O Retrato de Dorian Gay


Paulinho Rola 2.png Este artigo pode te levar para o lado rosa da Força!

PewDiePie pode ser citado nesse artigo.

Não o leia, exceto se você for macho, mulher ou está pintando as unhas de glitter.


O Retrato de Dorian Gay
Retratodedoriangray.jpg
Só a cara de viadão do autor já diz tudo
Autor Oscar Wilde
País Bandeira da Inglaterra Inglaterra Bandeira da Irlanda Irlanda
Gênero Viadagem, baitolice, perversidade
Editora Nem sei como ele conseguiu publicar isso
Lançamento 1890


O Retrato de Dorian Gray, é uma obra de Oscar Wilde, escritor inglês e irlandês e pai da Uncyclopedia. Ela ficou conhecida por ser a primeira obra literária da história onde os personagens são assumidamente bichas, que morrem de amor por Dorian Gay Gray, o protagonista dessa viadagem toda. O livro tem muitas passagens com apologia á homoafetividade, prostituição, putaria generalizada, crimes e assassinato, sendo portanto o tipo de livro que você nunca deve deixar seu filho ler, a não ser que você queira que ele passe para o Lado Rosa da Força ou vire um baita filho duma puta

SinopseEditar

O livro começa com duas bichas velhas: Lord Henry, um viadão enrustido, o típico rico que arranja casamento pra não espalhar a má fama, mesmo com a esposa botando chifres em todos os cantos de sua cabeça, algo que ele obviamente não liga, e Basil, um pintor que faz do tipo "baitola romântico", e que tem uma afeição especial por Dorian Gray, um ninfeto que serve de seu modelo vivo e de quem já pintou vários quadros eróticos. Um deles porém, é especial por ser a obra prima do pintor: é idêntico ao jovem rapaz, que sendo portador da "Sìndrome de Narciso", apaixona-se por si mesmo e começa a bater punheta se olhando no retrato e imaginando fodendo aquele belo e esbelto mancebo. Percebendo que tinha ali um baitola bon-vivant em potencial, Lord Henry (porque todo "Henry" é gay hein? Nunca entendi) passa a acompanhar o rapaz e lhe dá conselhos sobre como ele deve aproveitar a vida. Tocado por essas palavras e enamorado pela sua própria lindeza, Dorian deseja ficar igual ao retrato para sempre, como se fosse possível uma coisa dessas de parar o espaço-tempo só com uma frase.

Mas não se esqueça de que estamos na fricção ficção, e que tudo aqui é possível. Por isso com o passar do tempo Dorian de fato percebe que está conservando sua beleza e juventude, e vai viver vida como um bom devasso igual ao Paulo Guina, comendo todo mundo e vivendo de puteiro em puteiro. Mas acontece que isso tudo tem um preço...

PersonagensEditar

  • Dorian Gray: Protagonista e ninfeto-mor do livro. Gosta tanto de si mesmo que é capaz de enfiar um dedo no cu e ter prazer ao imaginar ser seu próprio pênis. Deseja ficar igual ao seu retrato pintado por Basil para sempre, e uma vez que consegue, sai pelo mundo em uma busca insaciável pelo prazer e a lascívia
  • Basil Hallward: Pintor viadinho, do tipo que tem fantasias e sonhos eróticos com seus amantes. Gosta de retratar jovens esbeltos para satisfazer seu desejo e se apaixona tanto por Dorian que pinta um retrato fidedigno do mesmo. É o conselheiro moral de Dorian, sempre aparece na sua casa pra lhe dar um conselho, mas o que ele queria mesmo era dar outra coisa
  • Lord Henry Wotton: Aristocrata viadão hedonista que também se apaixona por Dorian. Ele é um daquelas bichonas que pega garotões á noite e que tem um casamento arranjado pra evitar suspeitas. Gasta grande parte de sua fortuna em saunas gays e foi o responsável por botar Dorian no mau caminho
  • Sybil Vane: Namoradinha de Dorian. Quando ele não quer mais comer ela, se mata. Prova de sua extrema inutilidade
  • James Vane: Irmão da mulher acima, que seguiu Dorian até os quatro cantos do mundo para tentar vingar a morte da irmã. Acabou indo pro caixão mais cedo também
  • Alan Campbell: Químico que Dorian contratou pra fazer com o corpo de Basil o mesmo que Walter White fez com o de Krazy 8 em Breaking Bad. É mais um suicida do livro
  • Victoria Wotton: Esposa de Henry. Cansada da falta de carinho e de rola, resolveu pedir o divórcio provando que não há excesso de dinheiro que cure abstinência de cama

ControvérsiasEditar

O livro foi um escândalo para os britânicos, que nunca tinham se deparado com tamanha perversividade e luxúria em um livro só. Oscar demorou anos e anos para publicar o livro, pois todo editor que tentava revisá-lo acabava vomitando e passando mal no meio da tarefa, ficando incapaz de terminar o serviço. Os policiais e juízes foram em cima da cabeça de Wilde, que preferia que eles fossem pra cima de outra parte de seu corpo. Ele até tentou deixar o livro bem mais gay tirando a putaria explícita (essa versão é provavelmente a que você encontra nas livrarias por aí e que seu professor de literatura de 40 anos de idade careca, solteiro e que gosta de gatos passa pra você ler), mas não teve jeito, foi preso do mesmo jeito e só não foi pro xilindró porque provavelmente subornou algum guarda com bolagato.

LegadoEditar

Hoje, as bichas inglesas (cerca de 80% da população masculina do país) bater no peito, na bunda, jogam a peruca para trás e enchem a boca pra falar com orgulho que foi no seu país que surgiu a literatura destinada ao movimento LGBT. O livro é segundo a Amazon, o mais pedido entre os gays, lésbicas, travecos, trannsex, indecisos e aqueles que não são o Harry Potter mas vivem dentro do armário. Já o resto dos ingleses, atual minoria do país, fica com vergonha de tal fato e dizem as lendas que se você falar o nome de "Oscar Wilde" perto de um heterossexual britânico ele irá lhe aplicar o mesmo golpe que o Roy Keane aplicou no Alf-Inge Háland, te deixando aleijado das pernas para toda a eternidade

Ver tambémEditar