Mudanças entre as edições de "Negro"

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[[Arquivo:1220.gif|thumb|right|A ágil movimentação de um afrodescendente]]
[[Arquivo:Racismo_hp.jpg|thumb|400px|Quando não suja na entrada...]]
[[Arquivo:Ame os pretos.jpg|thumb|[[Gay|Ame]] os negros, ou as consequências serão muito graves pra você.]]
{{compactar|{{cgoogle|Zé Gotinha da Petrobrás}}
Os afro-negros viviam em paz, união e harmonia em vilas precursores de [[Wakanda]], na [[África]], divididos em sociedades tribais inimigas que ofereciam seus inimigos capturados como sacrifícios vivos aos cruéis deuses (incluindo o Deus [[Rap]]). Quando a [[AIDS]] surgiu na [[África do Sul]], <s>a coisa ficou preta</s> o bicho começou a pegar. Os brancos chegaram. A polícia chegou. Foram trazidos ao Brasil pelos navios afro-negreiros para serem escravos. Até que a [[Princesa Isabel]], entitulada a maior estraga prazeres pelas sociedades racistas e neonazistas, chegou pra botar fim na putaria. Eles começaram a se identificar como iguais perante os brancos, gerando a [[Revolta Paulista]], a [[Revolução Farroupilha]], a [[Revolta da Chibata]], a [[Inconfidência Mineira]], a [[Derrama]] e a [[Guerra de Canudos]]. Graças à Lei da Abolição da Escravatura o país ganhou paulatinamente um acréscimo torrencial de indivíduos nas práticas grupais conhecidas como [[sacanagem]], [[suruba]], [[putaria]], [[bailes funks]], que hoje é o que o brasileiro gosta.
 
[[Arquivo:Carro pessoal.jpg|200px|thumb|Funkeiros dando uma volta de carro (roubado, provavelmente). Ao ver um carro desses, chame a policia o mais rápido possível!]]
 
{{c|It's Payback time, bitch!|Negros escravos lá no inferno}}
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