Burkina Faso

(Redirecionado de Burkina Fasso)

Deserto Escaldante da Burkina
Burguer Faso
Burkina Faso
Bandeira da Burkina Faso
Brasão de Armas da Burkina Faso
Bandeira Brasão
Lema: Ainda vamos conquistar o mundo
Hino nacional: Aqui é quente, aqui é duro de viver, mas ainda assim gostamos daqui

Localização de Burkina Faso

Capital Ouagadougou
Cidade mais populosa Aquele oásis que fica a sul
Língua francês
Religião oficial Canibalismo
Governo Guerras Tribais
 - Chefe da Tribo Nômade Klunk Pulung
Heróis Nacionais Lung-Pung, O Grande
Área  
 - Total Ninguém teve a coragem de medir até hoje km² 
 - Água (%) 0,00001
Analfabetismo - 100 
População 2 brasileiros e 1 angolano 
PIB per Capita - 500.000 
IDH 00000000001 
Moeda Pedras Gigantes
Fuso horário Lá é sempre meio-dia ou meia-noite
Clima Desértico
Website governamental Lá não há nem Internet, mas o site talvez seja www.saarafrances.bf


Cquote1.svg Por isso deveríamos fazer diplomacia com Burkina Faso, pois tirando o Burkina, o resto é Faso Cquote2.svg
Seu Creysson, em campanha do PÇSC

Burkina Faso é um desses países africanos de território inóspito com absolutamente nada localizado lá no Saara, um lugar ferrado que só tem problema, pobreza, guerra e vida difícil. O nome "Burkina Faso" vem da língua askfafjksmanc (língua co-oficial deste país tão único) e significa "Vaso Sanitário".

A sua capital é a cidade de Ouagadougou que em antigo afro-latim significa "a cidade com nome tão legal quanto a palavra hipopótamo" e as principais cidades do país são Ouaneguène, Oualalaradine, Oualalamonvieutapadbol, Ilarilariê, Bobo-Dioulasso, Bobo-alapapatte e Bobo-de-Paris.

HistóriaEditar

Antigos buraEditar

 
Uma escultura dos buras, o karadeku, representando um morto de fome, até hoje um símbolo nacional burkinense.

Há 6 milhões de anos atrás, Burkina Faso ainda não tinha um nome, era só um local hostil (isso não mudou até hoje) e a região era habitada por macacos que comiam macacos menores. Quando os macacos menores acabaram, os macacos restantes começaram a se alimentar de caracóis mas aí morreram todos de Esquistossomose. O que foi? Você queria um final feliz? Já viu macaco na Burkina Faso? Não né, então é isso a história.

Bom, em Burkina Faso não existem macacos e esta é a explicação. Mas existem os burkinenses e os antepassados deles eram de uma tribo chamada de burros, singelo nome nada ofensivo e que por um acaso, por um acidente linguístico gerado por uma coincidência nada proposital, foi como os portugueses decidiram chamar aquela antiga tribo, mas sem nenhuma intenção de ofender. Para sanar qualquer futuro mal-entendido os portugueses depois ainda mudaram o nome para "buras".

Agora o que esses tais buras tanto faziam? Basicamente porra nenhuma e aparentemente seriam reprovados na escolinha de artes da escola, porque a única coisa que faziam eram esculturas toscas e completamente desproporcionais desprovidas de qualquer senso estético. A extinção desse povo era só uma questão de tempo.

Império MossiEditar

O que se entende por "Império Mossi" é que ele nunca pôde ser chamado de um império propriamente, visto que a região sempre foi apenas um território que foi habitado ao longo dos anos por um monte de povos que resolveram construir alguma cabana na região. Na prática haviam ali umas 450 tribos independentes, 395 idiomas e ódio mútuo entre cada uma dessas tribos, mas como europeu é preguiçoso foram eles que chamaram aquilo tudo de "mossi", para simplificar.

O Não-tão-Império Mossi, também conhecido pela alcunha de "Região dos exilados egípcios", portanto, se tornaria o embrião da atual Burkina Faso ao crescer como uma nação que nunca foi uma nação, um monte de tribo que se odeia, e fome e miséria por toda parte deixando todo mundo ainda mais louco.

Colonização francesaEditar

A Idade da Pedra na Burkina Faso durou até 1810, quando Napoleão Bonaparte colonizou o país e tentou trazê-lo para os tempos modernos (objetivo que aparentemente falhou, não que ele tenha tentado muito também, sabe). A descoberta do Império Mossi ocorreu quando Napoleão estava remando com seu barco rumo a Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha quando avistou uma baleia encalhada e decidiu ajudá-la a se desencalhar quando percebeu que era na verdade um obeso saindo de um Burger King na Nigéria. Percebendo um vasto território vazio ao norte, Napoleão anexou a região a qual deu o nome de Alto Senegal-Níger, e sim, de sacanagem nem mencionou a Burkina Faso. Napoleão é até hoje celebrado na Burkina Faso como um libertador, pois é indiretamente graças a ele que milhões de burkinenses foram transportados em navios para a América e seus descendentes são pessoas famosas hoje, como Barack Osama, MC Catra e aquele vendedor do melhor cachorro-quente da sua cidade.

Como não tinha ninguém lá mesmo para contestar esse domínio francês, foi moleza para a França dizer que aquele pedaço de deserto agora era deles. Mas só para deixar o deserto menos deserto, os franceses chamaram alguns pobres coitados da Legião Estrangeira para colonizarem esse deserto e em 1919 mudam o nome de sua colônia para Alto Volta (afinal tinha que dar uma alta volta para chegar naquele fim de mundo).

Antes da chegada dos franceses, as guerras de Burkina Faso eram apenas suposições, porque, por exemplo, os povos da tribo Kalashnikov dificilmente podiam fazer qualquer coisa contra os povos da tribo Uzi e vice-versa visto que ambos tinham armas apenas da Idade da Pedra e ir para luta com pedaços de pedra era um trabalho que esse povo morto de fome não poderia se dar ao luxo. Mas agora através de uma atividade cultural chamada contrabando, essas tribos conseguiam armamentos mais pesados dos colonizadores franceses e puderam finalmente começar realmente a fazer guerra.

IndependênciaEditar

Após 40 anos da colonização, os burkinenses na verdade foram percebendo que estavam a mesma coisa de quando não eram colônia, uma porcaria, por isso um cara chamado Jean-Baptiste Ouedraogo foi falar com Napoleão para discutir a independência do país, momento quando descobriu que aquele a quem ele e seus compatriotas consideravam como rei na verdade já havia falecido há mais de 150 anos atrás, o que casou ampla insatisfação nas 700 tribos locais que iniciaram a guerra de independência (a qual venceram porque não havia nenhum francês ali se importando com esse território). A França finalmente se viu livre da desgraça que tinham feito, concedendo a independência teórica que resultou na criação da Burkina Faso como conhecemos hoje.

Golpe de 1987Editar

Agora independentes, os burkinenses estavam no maior tédio e sem ter o que fazer, então decidiram passar a segunda metade do século XX inteiro só dando golpes militares uns nos outros, para terem alguma emoção e o que fazer naquele país. Mas o golpe mais famoso do país é aquele de 1987 porque foi o golpe do golpe do golpe e até para o nível de África isso foi algo impressionante.

Tudo começa em 1980, um guitarrista de rock chamado Thomas Sankara assumiu a liderança do país através de um golpe de estado junto com seu grande e inseparável amigo Blaise Compaoré. Em poucos dias os dois camaradas atiraram em vários ministros e políticos, venderam as Mercedes dos antigos políticos, confiscaram os salários e 90% das esposas desses políticos, e o mais importante de tudo, assinaram uma lei proibindo a pobreza em Burkina Faso. Em poucos meses, Sankara e seu grande e inseparável amigo mudaram tanto o Alto Volta que virou Burkina Faso, a nação dos homens justos e das mulheres que não precisam mais terem seus clitóris mutilados. Em pouco tempo, pela primeira vez em 6.000 anos de história, todos os burkineses comiam duas vezes ao dia e bebiam água que não fosse uma poça de lama. Isso disparou o alarme dos líderes franceses e norte-americanos da época que não poderiam tolerar uma nação africana que fosse melhor que o sonho americano.

 
O tal tiozinho (segundo da direita para esquerda) que escutou as últimas palavras de Sankara (destacado ao centro) antes do seu trágico falecimento.

Foi então que em 15 de outubro de 1987 um chefe tribal idoso visitou Sankara - a mando da CIA - e avisou que ele estava ali para esfolar a pele do presidente Sankara. E muito despreocupado Sankara apenas disse a sua célebre última frase ainda em vida "Não fale bobagens. O meu maior e melhor amigo do coração vai cuidar disso!". E assim o superamigo Blaise Compaoré matou Sankara com um tiro de canhão pelas costas. Então, recheado de dinheiro e armas dos Estados Unidos e da França, Blaise se autoproclamou o novo ditador absoluto e rei da Burkina Faso, mas não quis mudar o país de nome para homenagear e sempre se lembrar de seu grande amigo Sankara por quem tanto chorou. Aliás, os antigos ministros e políticos receberam de volta sua Mercedes reluzentes, as esposas e até mesmo salários com retroativo.

Eventos recentesEditar

Em 2008, a crise mundial afeta o preço dos alimentos, ao mesmo tempo que uma grave seca assola Burkina Faso, a qual entra numa crise de fome e o povo faz protestos na capital achando que isso resolve alguma coisa, ao invés de migrarem para a Europa logo. Os protestos refletem nas eleições democráticas de 2010 quando Blaise Compaoré é reeleito pela trilionésima vez presidente de Burkina Faso com suspeitos 180% dos votos e com seus quatro opositores sumindo misteriosamente. Somente em 2014, quando Compaoré já estava velho e gagá, que conseguem dar o golpe militar nele e nos 5 anos seguintes a Burkina Faso teve mais presidentes do que teve em 60 anos, pois muitos ali queriam ser Blaise e poucos queriam ser Sankara.

GeografiaEditar

A paisagem da Burkina Faso consiste em savana permafrost numa vasta planície que é ocasionalmente interrompida apenas por umas pirâmides de argila. O verão é eterno e as temperaturas diurnas oscilam entre 45ºC à noite e 44ºC durante o dia o que garante um clima extremamente quente agravado pelo fato de não existir sombras no país, e não adianta se esconder atrás de um burkinense porque eles são tão magros que você precisaria de uns trinta deles.

O país tem só dois rios, o rio Volta Branco e o rio Volta Negro, ambos sempre com problemas de poluição e de estar quase secando. Apesar da nomenclatura de "rio", o mais apropriado é chamá-los de lamaçal escorrendo.

A fauna burkinense não é muito variada porque o lugar é muito inóspito. O ecossistema do país, entretanto, é de fácil estudo para qualquer biólogo justamente porque a cadeia alimentar na natureza desse país é muito simples: o burkinense se alimenta de abutres que, por sua vez, se alimentam de burkinenses. Nas carcaças dessas duas espécies crescem espontaneamente cogumelos que são comidos por burkinenses e abutres, mas como os cogumelos são venenosos letais, ambos morrem e viram alimento para burkinenses e abutres ainda vivos. Apesar desse equilíbrio ambiental, a espécie que se proliferou com mais sucesso na Burkina Faso acabou sendo o vírus HIV.

PopulaçãoEditar

 
Burkinenses fazendo cosplay de suas próprias casas, afinal muitos deles nem tem casa mesmo, então eles próprios viram sua própria casa.

Apesar das estatísticas dizerem que existem 20 milhões de burkinenses, não é possível tanta gente viver em condições tão precária e o mais lógico é aceitar o senso comum de que a população de Burkina Faso na verdade não existe e que os seres humanos do local vivem nos países vizinhos onde há mar, rios ou lagos.

Burkina Faso é considerada uma nação jovem, isso porque cada habitante tem uma expectativa de vida de três semanas. Por isso quem sobrevive tem logo que se casar aos dois anos de idade para se chegar aos vinte já bisavô. Os raros burkinenses com mais de quarenta anos são considerados divindades imaculadas por terem aguentado 40 anos de penúrias e por isso conforme a tradição são sacrificados no Monte Burkina Faso.

Com uma população jovem composta quase que totalmente por crianças, mesmo elas se dividem em várias etnias que podem ser facilmente reconhecidas por qualquer antropólogo. As principais etnias de crianças burkinenses são: magrelas com barrigão, magrinhas, magrinhas perseguidas por urubus, e magras com moscas nos olhos (a etnia mais sortuda porque sempre tem o que comer). Recentemente novas etnias de crianças tem surgido no país, como crianças magras mutiladas por uma mina, crianças-soldados com uma bala no crânio e crianças gravemente traumatizadas ao ver o Pablo Vitar de férias por ali.

PolíticaEditar

 
Lula em Burkina Faso, perplexo com o grau de desenvolvimento do país, muito superior a um tal de Brasil.

A Burkina Faso é regida por uma ditadura militar perpétua estruturada em golpes militares para renovação de poder, jocosamente chamada de "república democrática". Mas o que dizer de um país no qual a Kylie Minogue quase virou presidente e chegou ao poder sem nem saber, só porque as pessoas pensaram que ela iria fornecer uma ferrovia nacionalizada, apenas para descobrir que a música Locomotion era apenas uma canção pop com uma dança idiota. Esse tipo de situação ocorre porque a cada cinco anos todos os burkinenses se reúnem em um ponto pré-determinado, ficam lá por meia hora a toa, e depois cada um segue seu caminho, evento esse chamado de "Elecciones", algo que os franceses trouxeram mas o burkinenses não sabem muito direito qual o sentido daquela tal "festa da democracia", não pode nem beber e nunca tem um show sequer.

Nem mesmo na época em que a Europa dominava a África havia interesse nesse pedaço de areia, então as tribos nômades Lunga-Lunga e Waganlandoo ficam ali disputando eternamente a hegemonia do local na base da guerra. Hoje, por causa de coisa como ONU, em Burkina Faso essas tribos não se digladiam mais na base da guerra, agora o país é civilizado e essas tribos compõem chapas de esquerda e direita, que são ambas massacradas pelo atual ditador que não tem partido.

SubdivisõesEditar

Se fossem levar a sério as subdividões da Burkina Faso na hora que criaram isso, o certo seria subdividi-la entre as 450 tribos que existem no território, mas nem os próprios burkinenses tem paciência para tanto trabalho, até porque precisam comer para poder raciocinar melhor e esse é um luxo indisponível. O ditador não achou essa ideia de 450 províncias muito boa porque acreditou que poderiam surgir 450 mini-países do tamanho da Andorra e seria uma maldade para todos os estudantes de geografia do mundo de repente terem que decorar o nome de 450 novos países (e tudo se chamando Bobo-Dioulasso, Koudougou, Ouahigouya e nomes horríveis de decorar). Num extremo gesto de bondade o ditador simplificou as coisas e dividiu o país em apenas 13 regiões e todas com nomes de pontos cardeais e cardinais por falta de criatividade para ser o mais imparcial possível.


EconomiaEditar

 
O único carro do país, a limusine presidencial.

Na Burklina Faso o baguio é louco, com 3 reais você vira o Eike Batista do país, o negocio lá é comprar camelos que nem baiano no deserto, ganhar menos de 100 reais no salário mínimo e ainda se achar o Tarzan. Burkina Faso é tão pobre que os ricos de Burkina Faso alegremente lavariam as janelas do seu carro nos semáforos, se houvessem semáforos, carros, janelas de carros, balde com água e rodinho. Mas infelizmente esses ricaços da Burkina Faso tem só a flanelinha surrada.

Portanto este é um desses países que dependem totalmente da esmola europeia, embora o carismático líder suíço Christoph Blocher tenha sido o principal defensor de parar a ajuda ao desenvolvimento de Burkina Faso, caso contrário os burkinenses perceberão que a Suíça tem dinheiro e irão emigrar para lá.

TurismoEditar

Boa sorte, você realmente está procurando uma experiência radical para sua vida. Tudo que você precisa fazer é se vacinar contra as seguintes doenças: Poliomielite, BCG, tétano, febre amarela, tifo, hepatite A, B, C, D, E, F, G, H, Y, dengue, dengue hemorrágica da mosca Tse-Tse, raiva, sífilis, edema de Quincke, encefalite transmitida por carrapatos, meningite menigoclógica, mofo, psoríase, caxumba furtante do reto e, óbvio, coronavírus. Uma vez devidamente imunizado você pode solicitar um visto na embaixada de Burkina em seu país pelo preço universal de US $ 1.250 até o momento.

Voos para a capital Ouagadougou nunca são diretos, mesmo de todos os aeroportos internacionais. Para chegar na Burkina Faso você tem que aportar no Benim ou no Gana e alugar um beduíno com um camelo e pedir para ele te levar para a Casa da Mãe Joana. Chegando lá será necessário seguir viagem sozinho até a cidade de Caralho a Quatro (antigo vilarejo português, o mais distante feito pelos portugas) e então finalmente atravessar um deserto e chegar em Burkina Faso onde você pode desfrutar da situação inóspita de qualquer habitante que você encontrar por ali.

InfraestruturaEditar

SegurançaEditar

Teoricamente a Burkina Faso pareceria a sociedade ideal: Ninguém rouba porque "que porra você quer roubar dos outros? Lama?" e ninguém mata porque é preciso apenas esperar algumas semanas para que a natureza siga seu curso. Dessa forma a Burkina Faso não precisa nem de polícia e nem de forças armadas. O mais perto de algum tipo de força policial que existe no país são um grupo chamado de "capangas do rei", que recebem duas sopas de mato refogado por dia como salário e a única tarefa é proteger o rei de algum golpe de estado.

CulturaEditar

 
Ahhh! Nada melhor que num fim de tarde ir se refrescar, beber água e lavar roupa, tudo numa mesma poça lamacenta de água.

A sociedade burkinense é bem estratificada e cada integrante da família tem culturalmente a sua função bem definida e não há família que questione isso. A tarefa dos homens é procurar lama e palha seca para construir uma cabana, uma função que muitas vezes toma a totalidade de suas vidas. O trabalho das mulheres é procurar comida, por isso não têm nada para fazer o dia todo e por isso todo documentário sobre Burkina Faso você vai reparar que as mulheres estarão paradas sem fazer nada. A tarefa das crianças é fornecer água, mas como não há baldes ou outros recipientes em Burkina Faso, as crianças enchem a barriga e usam os próprios sistema digestivos como recipiente.

Quanto ao seu modo de se vestir, os habitantes de Burkina Faso vestem os trajes folclóricos típicos da tradição imperialista: os mais ricos têm tênis de basquete Adidas modelo Jabbar sem sola, camisetas da Nike com gola e bonés de beisebol do New York Yankees.

Mas o hábito burkinense mais presente é uma tradição centenária realizada desde as primeiros tribos nômades, uma atividade chamada emigração. Mas o ato de emigrar não é apenas sair andando por aí, essa tradição segue todo um ritual próprio. Primeiro eles vendem todos os seus pertences, incluindo gado esquelético e crianças doentes, depois viajam para a Líbia com camelos alugados e vão até o litoral, depois entram em barquinhos com tanta gente que pela primeira vez na vida o burkinense vai agradecer ter 30kg para conseguir caber ali, para então chegar na ilha italiana de Lampedusa, e dali ir para a Alemanha que é um país que dá salário para mendigos.

EsportesEditar

 
O futebol burkinense é uma mania nacional. Provavelmente o único esporte praticado nesse país, pode reparar que toda reportagem de algum país estrangeiro que chega na Burkina Faso só encontra esses moleques jogando futebol burkinense.

O esporte nacional da Burkina Faso é o Futebol Burkinense, uma variante do futebol de areia. Este esporte tão tradicional no país é jogado obrigatoriamente com uma bola velha fodida num campo de terra batida sem balizas e só podem participar crianças maltrapilhas e descalças, sendo o objetivo do jogo chutar a bola e correr em bandos atrás do objeto. Os cães são quem costumam arbitrar as partidas deste esporte tipicamente burkinense no qual eles abanam o rabo para sinalizar um gol, latem para sinalizar um cartão amarelo, urinam na perna do jogador para aplicar o cartão vermelho, e mordem todos os jogadores em caso de empate.

ReligiãoEditar

A Burkina Faso é um país muito religioso, porque só acreditando em Deus e na sua misericórdia para aceitar viver nesse país. 50% dos burquinenses se declaram muçulmanos para poderem jejuar sem peso na consciência, enquanto 30% se declaram cristãos para poderem almoçar pelo menos uma vez por semana ao comer a hóstia nas missas de domingo. os 20% restantes não sabem o que são, talvez já estivessem mortos.

  Burkina Faso
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
África
v d e h

Países: África do SulAngolaArgéliaBenimBotswanaBurkina FasoBurundiCabo VerdeCamarõesChadeComoresCongoCosta do MarfimDjiboutiEgitoEritreiaEssuatíniEtiópiaGabãoGâmbiaGanaGuinéGuiné-BissauGuiné EquatorialLesotoLibériaLíbiaMadagascarMalawiMaliMarrocosMaurícioMauritâniaMoçambiqueNamíbiaNígerNigériaQuêniaRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoRuandaSão Tomé e PríncipeSenegalSerra LeoaSeychellesSomáliaSudãoSudão do SulTanzâniaTogoTunísiaUgandaZâmbiaZimbabwe

Territórios: CanáriasCeutaGalmudugMayotteMelillaReuniãoSaara OcidentalSanta Helena, Ascensão e Tristão da CunhaSomalilândia