Toxicologia

Asogaaaaaa.jpg Este artigo contém VENENO!

Este artigo... precisa de antídoto... Ele pode se tratar de... algum animal, pessoa, lugar... ou composto... Ele pode... conter materiais tóxicos... como lactose ou glúten... Chupe a picada ou morra... argh! (morri)

LSD-2D-3D.png Este artigo é relacionado à química.

Evite que qualquer substância entre em contato com a pele e os olhos, até mesmo água.

Toxicologia nada mais é do que o estudo de todo tipo de substância química com poder suficiente para te matar, intoxicar ou no mínimo, lhe causar uma diarreia das bravas. A toxicologia nada mais é do que uma Química travestida, porém, optou-se por um nome menos intimidador para evitar o êxodo em massa dos cursos que a tem em sua grade. Basicamente, a toxicologia se encarrega de estudar tudo quanto é tipo de veneno: peçonha, gases tóxicos, agrotóxicos, fitotoxinas, metais pesados, drogas, cogumelos alucinógenos, nuggets de frango, enfim, qualquer substância nociva com potencial mortífero.

HistóriaEditar

 
Embora exista há anos, a Toxicologia ainda não conseguiu uma maneira eficaz de curar veneno de sogra. Todavia, caso esteja tendo problemas, é altamente recomendado a utilização de arsênio, sarin ou peçonha de cascavel, os únicos anti-venenos com capacidade suficiente para combater esse mal na atualidade.

A Toxicologia por si só é tão antiga quanto Jesus Cristo. Tudo começou ainda no Jardim do Éden. Deus, o primeiro Químico da história, que estava pensando em produzir a substância perfeita para lançar sobre os servos de Satanás quando estes começassem a surgir no mundo todo (era questão de tempo), conduziu diversos experimentos nos seus pomares, todos, infelizmente, sem nenhum sucesso. Certo dia, ele finalmente consegue algum resultado, ao perceber que uma de suas árvores, uma macieira, ao ser borrifada por uma nova substância que ele acabara de criar, era capaz de repelir qualquer inseto, verme ou ser vivo que se aproximasse. Deus então decidiu chamar aquela macieira com frutos mortais modificados de transgênico "fruto proibido". Nascia assim o primeiro agrotóxico, o veneno mais antigo de que se tem notícias.

Na Antiguidade, os egípcios também começaram a ter contato direto diversas fórmulas de intoxicação. Por se tratar de um povo ignorante e pra lá de burro, eles tinham o péssimo costume de sair pelo mundo afora catando qualquer plantinha que apresentasse bagos coloridos e bonitos e tragando para o bucho, o que acabava por levar muitos ao óbito. Também é dessa época que se tem notícia dos primeiros drogados, que morriam intoxicados após dar um tapa na pantera daqueles com ópio, cicuta e orégano. Também eram muito comuns mortes dos coveiros que ficavam encarregados de vigiar as pirâmides, já que muitas vezes nem aquela limpeza cadavérica e as faixas eram suficientes para reduzir o fedor de múmia, que acabava por matá-los intoxicados.

Na Idade Média, novos problemas começaram a ser relatados, e começaram a surgir inúmeros tratados, dessa vez, acerca de mordidas de cobras, cachorros loucos e envenenamentos em massa com comigo-ninguém-pode. Há relatos de que no início do Renascimento, Catarina de Médici, uma psicopata francesa que na verdade era italiana, numa tentativa de eliminar a ralé, costumava enviar bebidas e alimentos mergulhados com arsênio e outras substâncias tóxicas para pobres e miseráveis de toda França, sob o pretexto de "fazer caridade para os menos afortunados". Catarina costuma carregar um pequeno caderninho de anotações, onde relatava detalhe por detalhe de cada etapa do sofrimento de suas vítimas.

Apesar de tudo isso, a figura-chave na história da toxicologia foi Paracelso, um desocupado que certo dia, sem muito o que fazer, decidiu criar uma série de princípios que deram origem ao conceito de "relação dose-resposta", baseando-se em experimentos com laxante que ele costumava aplicar nos mendigos que volta e meia batiam em sua porta. Depois de Paracelso, mais alguns pensadores secundários de quem quase nunca se ouve falar nem mesmo em publicações de História, foram contribuindo ao longo dos anos para a Toxicologia, até que essa finalmente deixasse de ser apenas mais uma sombra da Química para se consagrar como uma área do conhecimento distinta, tal como se conhece hoje; embora ela ainda não deixe de ser uma variação da Química, só que muito menos conhecida e ainda mais chata. Nos tempos modernos a Toxicologia tem sido cada vez mais visada, sobretudo na hora em que se deseja criar armas químicas e biológicas quando se deseja dar início a uma guerra.

Áreas da ToxicologiaEditar

  • Toxicologia experimental: Essa é a parte da Toxicologia mais voltada para testar o efeito de venenos, armas químicas, drogas e alucinógenos diretamente em cobaias. Como o uso de animais vêm sendo muito questionado atualmente, os profissionais que optam por essa área têm realizado seus testes nos próprios humanos, que até o momento, tem sido uma alternativa muito mais vantajosa e livre de protestos na porta de centros de pesquisa. É definitivamente a área perfeita para cientistas doidos ou qualquer ser humano que se deleite pelo sofrimento alheio.
  • Toxicologia analítica: A Toxicologia Analítica nada mais é do que um nome alternativo para Química Analítica. É a área com foco na identificação de substâncias nocivas e ilícitas nos mais variados meios: ar, água, fogo, terra e coração, organismo humano, gaveta de adolescentes, etc. Também vem a ser a área mais nojenta da toxicologia, já que os adeptos da mesma são obrigados inclusive a analisar de perto todo tipo de fluído corporal que você possa imaginar.
 
Um toxicologista em seu esconderijo laboratório, em meio a mais um rotineiro dia de trabalho.
  • Toxicologia Clínica: Toxicologia Clínica nada mais é do que uma Química aplicada a Biologia. Geralmente optam por essa área aqueles indivíduos que não conseguiram se decidir entre Medicina e Química e optaram por uma área que casasse as duas. Basicamente, a função dessa área é a de tratar e prevenir gente descuidada que andou exagerando nos remédios, andou ingerindo cicuta ou andou brincando com alguma rã venenosa por aí afora. Ou seja, é a área encarregada de cuidar do problema depois que a merda já foi feita. Como função chata adicional de profissionais dessa área, está a conscientização de gente ignorante, para que os idiotas não andem por aí se matando a troco de nada.
  • Toxicologia ocupacional: Essa área da Toxicologia visa a estudo de possíveis agentes mortíferos presentes no ambiente de trabalho. Essa área é muito importante, sobretudo para os funcionários das empresas, que costumam ser enviados para o serviço como porcos para o abate, já que os chefes geralmente costumam ficar em suas salinhas com ar condicionado de pernas pro ar e descontando o salário por qualquer coisinha. Como essas pessoas costumam ser completamente desprovidas de estudo em boa parte dos casos, muitas vezes acabam se esquecendo de usar máscaras, ou de repente, simplesmente não fazem a menor ideia do perigo aos quais seus chefes filhos de uma égua os obrigam a se expor.
  • Toxicologia ambiental: Toxicologia Ambiental nada mais é do que o estudo de substâncias maléficas jogadas na natureza pelo ser humano e que mais tarde voltam da natureza diretamente para o ser humano. É a área perfeita para pessoas politicamente corretas, membros do Greenpeace e ativistas ambientais que adoram fazer protestos e atuar como prega no sapato de ruralistas, empresários, políticos e norte-americanos.
  • Ecotoxicologia: Ecotoxicologia nada mais é do que uma Toxicologia Ambiental mas sem a parte do "voltar da natureza diretamente para o ser humano". Essa área prende-se unicamente aos efeitos nocivos que o ser humano leva para as plantinhas e os animaizinhos que vivem inocentemente por aí sem fazer ideia do perigo que estão correndo graças a esta espécie de parasita. De qualquer forma, tem a mesma função que a Toxicologia Ambiental: área perfeita para quem quer ser um pé no saco desses porcalhões que ficam a sujar o meio ambiente com todo tipo de lixo tóxico.
  • Toxicologia de alimentos: Essa área encarrega-se do estudo de todo tipo de substância tóxica, prejudicial e destruidora de saúdes que adotamos no nosso dia-a-dia como fonte de alimento, tais como produtos transgênicos, refrigerante, frutas e verduras repletas de pesticidas, carne do açougue da esquina, comida enlatada, Coca-cola, McDonald's, sucos artificiais, enfim, qualquer porcaria que estamos acostumados a ingerir todos os dias como se não fossem nada.
  • Toxicologia de medicamentos e cosméticos: O nome é auto-explicativo. Caso mesmo assim você ainda não tenha a menor ideia do que se trate, seu noob, essa área basicamente se encarrega do estudo do efeito tóxico de remédios tragados para o bucho de qualquer jeito, perfumes comprados em revistinhas do Avon e das drogas em geral no organismo humano.
  • Toxinologia: Toxinologia é a parte da Toxicologia encarregada do estudo de qualquer substância tóxica injetada no ser humano quando este decide perturbar a paz das criaturas da natureza. Ou seja, trata-se do estudo de todo tipo de toxina proveniente de plantas venenosas, cogumelos coloridos e animais peçonhentos em geral. É a área responsável pelo estudo dos acidentes com os mais elevados níveis de dor, agonia e sofrimento que você pode imaginar. Os venenos estudados por essa área proporcionam também os métodos mais eficazes de execução para otários metidos a corajosos, uma vez que uma única gota da maioria deles é capaz de matar mais de 10 homens em menos de 3 segundos. Os venenos mais fracos, ou seja, os que milagrosamente não causam uma morte lenta e dolorosa, no mínimo são responsáveis por causar dores insuportáveis que te fazem se imaginar num show de torturas no Inferno.

Espectro de efeitos indesejáveisEditar

Na atual sociedade em que vivemos, praticamente tudo é veneno, desde aquela picanha pra lá de gorda que você adora comer nos finais de semana em um churrasco com aquela sua família barulhenta efã da algazarra, até aquele pãozinho francês que você comprou na padaria do Seu Joaquim e deixou criando mofo por três dias na geladeira. Entende-se por veneno qualquer substância potencialmente nociva que tenha a habilidade de ferrar com a sua vida de alguma maneira. Toxina é o nome dado para qualquer veneno de origem animal, vegetal ou fúngica com a capacidade de lhe proporcionar dor insuportável e prolongadas horas de agonia. Por fim, chama-se de toxicante qualquer substância tóxica pela qual o próprio homem, jumento como ninguém, foi de alguma forma responsável por meio de seus atos, sejam eles apenas impensados ou sejam eles clandestinos (tais como descartar toda a nojeira produzida em sua casa na natureza).

 
Alguns venenos são capazes de resultar em reações alérgicas de grau tremendamente elevado, levando suas vítimas a quadros clínicos bastante severos.

Em sua essência, cada veneno é único, gerando seu próprio quadro de complicações ao pobre diabo que tenha se intoxicado de alguma forma. Chega a ser algo até artístico, dada tamanha a originalidade com que cada substância atua no organismo humano. Entretanto, de maneira geral, é requisito mínimo para todo veneno que se preze causar no mínimo alguns dos efeitos a seguir. Caso você tenha criado um veneno que simplesmente matou seu alvo, sem causar qualquer tipo de agonia, podemos dizer que você fracassou miseravelmente em seus objetivos, já que é essa a graça do veneno.

Um efeito que deve ser essencial para todo veneno de boa qualidade é a capacidade de gerar reações alérgicas. Dependendo do alvo da substância tóxica, a mínima interação química pode resultar numa passagem só de ida para os confins do Inferno. Basicamente, uma alergia nada mais é do que uma reação química gerada no sistema imunológico por meio da interação entre um veneno composto qualquer e o organismo humano. Uma vez que a substância tenha conseguido irritar nosso organismo, ele ficará com seus sentimentos feridos e se tornará mais sensível. Assim, toda vez que a substância bully, ou uma que seja da mesma gangue parecida com ela, retorna, nosso organismo entrará em desespero e começará a reagir a sua presença.

Além das reações químicas normais, também existem as reações idiossincráticas. Uma reação idiotassincrática nada mais é do que determinado organismo reage de maneira tremendamente anormal a uma substância que não deveria surtir tanto efeito assim. Esse tipo de reação geralmente ocorre quando a química do nosso organismo nasce com algum tipo de defeito fobia, e assim que se depara com uma substância boba, feia, chata e cara de mamão, entra em estado de pânico e medo imediato, deixando oxidar alguns compostos importantes que não deveriam ser oxidados, deixando formar complexos que não deveriam ser formados e fazendo com que a pessoa desenvolva uma série de problemas de saúde, vai tudo depender do poder de luta tanto do veneno, como do organismo afetado.

Por fim, um veneno deve gerar numa pessoa, após os momentos dolorosos repletos de alergias, necroses e interrupções nas funções biológicas; um elevado grau de intolerância. A intolerância é o estágio final de uma veneno. Ou seja, a intolerância é ponto no qual o alvo a vítima, vai para a vala. Ou seja: para que uma criatura morra envenenada, ela deve passar do seu ponto mais alto de tolerância aos efeitos de determinada substância. Por exemplo, caso você seja um engenheiro, seu ápice de tolerância será 5 litros de café num período de 24 horas. Uma xícara a mais e você entrará na fase final de sua vida, já que cafeína também é uma droga estimulante tóxica, e passará por uma relaxante crise de overdose.

Ver tambémEditar