Teoria da Ligação de Valência

SPDF.png Este artigo é relacionado à química.

Após terminar de ler, lave os olhos com água corrente em abundância por 15 minutos.


Imagem de um orbital hibridizado sp³, que consiste em um orbital s e três orbitais p fudidos fundidos.

Cquote1.svg ... Cquote2.svg
Doutor Roberto sobre Teoria da Ligação de Valência
Cquote1.svg Para poderem fazer sexo ligações, os átomos fodem fundem orbitais, hibridizando-os e usando-os para as ligações. Cquote2.svg
Professor de química sobre Teoria da Ligação de Valência
Cquote1.svg Isto é uma putaria! PU-TA-RI-A! (BAM!) PU-TA-RI-AAAAAA! Cquote2.svg
Alborghetti sobre Teoria da Ligação de Valência

DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...

A Teoria da Ligação de Valência é mais um dos enchimentos de linguiça dos nerds químicos para tentar explicar as ligações covalentes quando orbitais que nón eczistem precisam ser usados. Ela foi desenvolvida para substituir complementar a Teoria do Octeto quando a mesma falha miseravelmente, já que os cientistas nunca descartam teorias, por mais absurdas que sejam. Esta teoria é extensivamente usada na Química Orgânica, principalmente com o intuito de fundir com os alunos nas torturas provas.

HistóriaEditar

Desde os tempos pré-Dercyanos os alquimistas, cientistas, nerds, charlatões e demais estudiosos (ou vagabundos) notavam que certas substâncias reagiam de forma peculiar a certas situações. Com a criação da tabelinha de Pauling, por, obviamente, Linus Pauling, começou-se a notar que certos átomos davam faziam mais ligações do que a quantidade de mãos orbitais semipreenchidos que possuíam. Isto significa que não poderiam sair fazendo ligações de qualquer jeito e com qualquer um que aparecesse, o que se levaria a crer que algo havia de errado. Como é de costume dos nerds cientistas, as teorias nunca estão erradas, logo a culpa foi jogada nos átomos.

Com o desenvolvimento da Química Orgânica, em meados de 1800 e pijama de bolinha, esta teoria passou a ter importância capital, pois o carbono só pode dar (elétrons) se for hibridizado, do contrário só poderia fazer duas ligações, o que se sabe que nón ecziste. Ela então, explica por que, como e quando o carbono dá pra quatro ao mesmo tempo, e sem reclamar. O desenvolvimento da Química de Coordenação, em 1900 e guaraná com rolha também deu uma guinada nesta teoria, uma vez que os cientistas acham que inúmeros complexos metálicos obedecem a esta teoria, além do uso de certos ligantes para satisfazer os referidos metais. No entanto, eles acabam por não saber porra nenhuma, já que esses compostos são geralmente instáveis sentimentalmente.

Princípios teóricosEditar

 
Imagem dos orbitais d, extensivamente usados por esta teoria. Observe que o último orbital representado possui uma boia salva-vidas.

Orbitais são áreas em torno de um átomo onde um elétron está se escondendo. Dependendo da energia do referido elétron, ele poderá estar em regiões com diferentes áreas, formatos e profundidades, dependendo da camada eletrônica, ou não. Os orbitais conhecidos são os s, p, d e f, embora os orbitais g estejam em processo de licitação para inclusão no PAC. Os orbitais são primordiais para que esta teoria funcione (ou estrague de vez).

Para entender o que esta merda de teoria explica, precisa-se saber que ela obedece à regra de Hund e ao Princípio de exclusão de Pauli (não confundir com Linus Pauling, ele só fez a tabelinha). De acordo com a regra, os elétrons presentes num átomo sempre tentarão ocupar o máximo de casinhas (vulgo orbitais) possíveis sozinhos, sem ter de dividir com outro elétron, uma vez que elétrons não se dão bem uns com os outros por serem muito negativos. Desta forma, dizxemos que uma casinha (orbital) é:

  • Preenchido: vulgarmente dito como orbital cheio ou não há vagas, é o orbital que já possua dois elétrons dentro dele, tendo um elétron com o spin para cima e outro com o spin para baixo. Para esta teoria eles não valem nada;
  • Semipreenchido: orbital com apenas um elétron o ocupando inteirinho, é o tipo que nos interesa, uma vez que são dois orbitais semipreenchidos que se ligam entre os átomos para fazer sexo ligações covalentes;
  • Vazio: orbital que nón ecziste, pois é apenas teórico. Quando um elétron ou um par eletrônico o ocupar, ele eczistirá. Esse tipo de orbital é útil para explicar as ligações coordenadas, onde um átomo mais abastado entra (Ui!!) com um par eletrônico em um orbital vazio de outro átomo, formando o investimento a ligação coordenada;

Desta forma, as ligações sigmas simples, onde um átomo mete uma vez em outro, são proveninetes da foda fusão de dois sayajins orbitais sempireenchidos. As ligações dativas (vulgas coordenadas), onde um átomo com um par de elétrons não ligantes (vulgo orbital cheio) irá dar bem gostoso para um átomo com um orbital vazio, no que se resume no princípio cristão da química, formando a ligação dativa. Esse tipo de ligação é vastamente apreciada na formação dos compostos de coordenação, onde ocorre uma putaria sem tamanho.

Aplicações e interpretaçõesEditar

 
Imagem do monóxido de carbono. A ligação coordenada nada mais é do que o oxigênio metendo um par eletrônico sem dó em um orbtal vazio do carbono.

De acordo com os prinícpios, postulados, teorias, enchimentos de linguiça, leis e impostos afins, os químicos puderam explicar como certos átomos se relacionam sexualmente quimicamente pela interação entre os elétrons e que orbitais usavam para dar (Ui!!!) as mãos os elétrons e formar as ligações (ou não). Assim, quando a Teoria do Octeto falha, a da Ligação de Valência aparece pra resolver a treta, sendo capaz de resolver problemas tão cabeludos quanto o Tony Ramos. Para os problemas Top of Mind, que requerem incomodações explicações adicionais, está a Teoria dos orbitais moleculares (TOM & Jerry}, que trata da formação dos orbitais na forma energética.

Para a Química de Coordenação, esta teoria é de fatal importância, já que explica como os átomos doadores de elétrons vão metê-los nos orbitais vazios dos metais, que são abusados sem dó em piedade numa putaria sadomasoquista. Além das aplicações interessantes na Química Inorgânica e na de coordenação, a química orgânica tem grande prazer em utilizá-la para provar o modo como o carbono toma quatro vezes ao mesmo tempo e sem tirar de dentro, explicando a suruba interatômica que é a química orgânica.

Ver tambémEditar