Rio Paraná

Mazzaropi02.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!




Cquote1.svg Você quis dizer: inundação Cquote2.svg
Google sobre Rio Paraná
Cquote1.svg O sertão vai virar mar, o sertão vai virar mar, o sertão virou... blug blub.. Cquote2.svg
Cantô sobre Rio Paraná
Cquote1.svg É logo ali, do outro lado do Rio Cquote2.svg
caipira filhodaputa, dando informação para o motorista da cidade
Cquote1.svg Relaxa e nada... Cquote2.svg
Marta Suplicy sobre atravessar o Rio Paraná
Cquote1.svg Fui eu que fiz Cquote2.svg
Paulo Maluf sobre Rio Paraná
Cquote1.svg Nesse rio tem piranha? Cquote2.svg
sujeito da cidade, antes de ser comido por jacarés
Cquote1.svg Tem sim, sô! Mas é bão usar camisinha... Cquote2.svg
caipira sobre Piranhas do Rio Paraná
Cquote1.svg La garantia soy yo Cquote2.svg
Francisco Solano Lopes sobre respeitar a fronteira
Cquote1.svg E a chalana vai descendo o Rio Paraguai... Cquote2.svg
Sérgio Reis, que não é bom de geografia no Rio Paraná

Rio Paraná e a sua modesta largura


O rio Paraná ('parecido com o mar', do tupi para (mar) e na (se parece com) e não se parece com o estado de... é a maior sacanagem brasileira para com os argentinos depois do futebol. Como se não bastasse Itaipu como uma bomba capaz de afogar todos os hermanos, o Rio Paraná recebe toda a merda defecada por metade dos brasileiros, sobretudo os paulistas.

Mas o rio Paraná também é muito útil aos brasileiros e ao Brasil, nos separando do Paraguai e dos paraguaios e sendo a principal fonte de diversão para os aposentados japoneses do Brasil com a pescaria.

HistóriaEditar

 
Tropas Paraguaias invadindo o Brasil
Arquivo:Lugolulaparaguaio.jpg
O Lula falsificado dos paraguaios

O ditador paraguaio Francisco Solano Lopes, insatisfeito com as barreiras alfandegárias em Foz do Iguaçu, atravessou o Rio Paraná a nado e invadiu o Mato Grosso do Sul, mas como suas tropas começaram a se sentir solitárias, também tentou invadir o Rio Grande do Sul, passando por cima da provincia argentina de Corrientes, então governada pelo Maradona e saco de pancadas de todo mundo.

Diante da agressão paraguaia aos veados e muambeiros, o IBAMA se viu obrigado a sair em defesa dos gauchos e junto com a Argentina e o Uruguai (que só servia para fazer a boia), resolveram atacar o Paraguai. A cólera fez o que o Paraguai não teve competência para fazer, matando milhares de soldados brasileiros de caganeira.

Por vingança, os paraguaios infernizam até hoje a vida dos brasileiros vendem produtos falsificados que dão imensa dor de cabeça, como o uísque e eletrônicos de péssima qualidade. Também falsificaram o Lula, produzindo uma imitação que vai dar dor de cabeça a eles mesmos, o Fernando Lugo, uma mistura de Fernando Henrique Cardoso com Lula e o Hugo Chavez, que dá uma puta ressaca.

EstruturaEditar

Arquivo:Afogadordeargentinos.jpg
Instrumento genocida antiargentinos

O Rio Paraná em seu trecho paulista e sul-matogrossense, virou fruto da megalomania paulista, adquirindo largura maior que a do Rio Amazonas, graças às usinas hidrelétricas, velho vício dos paulistanos de congestionar tudo, inclusive fluxo de rios.

No Rio Paraná também está localizado a maior arma do arsenal do exército brasileiro: a usina de Itaipu, demoníaco instrumento genocida para afogamento em massa de argentinos.

GenocídioEditar

O maior genocídio da história se deu no Rio Paraná se deu no fechamento da barragem da Usina Hidrelétrica Porto Primavera, mandando para debaixo d'água 225.000 hectares de terra fértil e um dos mais importantes ecossistemas do Mato Grosso do Sul, deixando sem habitat mais de quatorze espécies de animais em extinção, como a onça-pintada, o jacaré-de-papo-amarelo e o nhambu-guaçu. Viviam ali cervos do Pantanal, mais de uma centena de onças pretas e pardas, bugios, macacos-prego, jaguatiricas, tamanduás, gambás, cuícas, pacas, cutias e tatus, que desalojados, foram abrigar-se nos acampamentos do MST no Pontal do Paranapanema, junto com as duas mil familias de ribeirinhos enxotados pela inundação. Também foram exterminadas inúmeras espécies de vegetais e setenta ilhas que viraram lodo no fundo da lagoa, junto com dez bilhões de dólares entre desvios e propinas. Hitler ficaria com inveja.

EconomiaEditar

 
Resultado de uma pescaria da Polícia Federal no Rio Paraná

O Rio Paraná é o principal pólo exportador paraguaio, distribuindo muambas mercadorias a preço razoável para o Brasil inteiro, garantindo o sustento do Paraguai, de Taiwan, de 50 províncias da China e de boa parte da população muambeira brasileira.

O Rio Paraná também serve para escoar a produção da fazenda do Blairo Maggi do Mato Grosso e também como meio de ligação hidroviária que ninguém usa entre os estados do Paraná, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

O Rio Paraná também é fonte de riqueza inesgotável para os políticos através dos desvios de verbas, obras superafaturadas e outros trambiques.

Fauna e FloraEditar

A fauna do Rio Paraná é a mais variada possível, contando com paulistas, paranaenses, sul-matogrossensses, goianos, paraguaios, chineses, terroristas, contrabandistas, muambeiros, piranhas, travestis e até mesmo peixes.

A flora é composta por diversos tipos de plantas vivas e outras nem tanto, como cannabis, coca, tabaco e diversos outros não-identificados.

Galeria de fotos do Rio ParanáEditar