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Repentless

DesBoleros em Ingrêis.png Este artigo trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Cquote1.svg Zzzzzz Cquote2.svg
Críticos de música sobre Repentless.
Cquote1.svg Mas que porra... Cquote2.svg
Pagodeiro ao ouvir Repentless
Cquote1.svg Uma homenagem a você e as nossas meinhas Cquote2.svg
Tom Araya sobre morte de Jeff Hanneman
Cquote1.svg Slayer lançou um álbum novo? Do que? Músicas pra velhinhos? Cquote2.svg
Seu tio engraçadão sobre Repentless.
Cquote1.svg Não deixaram eu escrever nada... sniff... buá! Cquote2.svg
Gary Holt sobre Repentless

Repentless é o décimo primeiro álbum da banda de Metal Gospel Slayer. Depois de anos enrolando os fãs para o lançamento desse álbum, Slayer decide lançá-lo agora para ganhar dinheiro em cima dos trouxas enriquecer o cenário musical e expandir seu som. É o primeiro álbum depois da morte da Barbie guitarrista da banda do Jeff Hanneman, por ele ter sido picado por uma aranha (qual é o idiota que fica dando mole com uma aranha por perto?) e contraído uma doença de outra galáxia que o matou em 2013. Musicalmente falando Repentless é uma repetição das músicas do World Painted Blood evidenciando que os caras do Slayer já estão na idade de se aposentar. Tom cabo de raia Araya grita e xinga pra caralho nas músicas, mas isso já era esperado, as letras são uma merda desde o Diabolus in Musica. Nota: "Repentless" é uma palavra que não existe na língua inglesa.

Viva o Metal Cristão!

Índice

AntecedentesEditar

Quando Hanneman ainda estava respirando o Slayer planejava lançar um novo álbum em 2011, só que todo mundo começou a enrolar, enrolar, enrolar... e quando viram estavam num nó de enrolação (gostou da minha piada? Não? Então vai dar o cu e leia outro artigo, seu paspalho!). Como uma forma de homenagem para Hanneman eles decidiram lançar o álbum em 2015. Chamaram Gary Holt para substituir o falecido e foram pro estúdio brincar de médico .

ProduçãoEditar

Moderna e estéril. Era melhor na década de oitenta.

RecepçãoEditar

Bem meh! Não é o Slayer de antigamente, mas pelo menos continua sendo melhor que Luan Santana. Kerry King continua abusando dos pedais, produzindo vários gemidos e sons estranhos na guitarra. Os críticos e fãs pedem para que Slayer se aposentem, antes que passem uma vergonha maior do que na época do Diabolus In Musica.

Conteúdo líricoEditar

Monte de paradas psicopatas que saem da cabeça do Kerry King. Uma música é supostamente sobre alcoolismo ("Chasing Death"), uma outra sobre fim do mundo ("Implode") e mais uma outra como tributo ao falecido ("Repentless").

MúsicasEditar

  • Delusions of Saviour/O Salvador chegou! - Um hino gospel que introduz a faixa-título.
  • Repentless/Arrependa-se! - Fala que o Slayer se arrepende de ter feito músicas "satânicas" no início da carreira.
  • Take Control/Pegue o controle - Fala do vício de Lombardo em jogar Prei dois.
  • Vices/Segundo lugar - Fala especificamente de alguèm que perdeu uma eleição, concurso ou o caralho a quatro.
  • Cast the First Stone/Recolha a primeira pedra - Fala para não jogar pedras no seu amiguinho de escola para ele não se machucar.
  • When the Stillness Comes/Quando o Maluf vem - Fala daquele político que rouba, mas faz.
  • Chasing Death/Caçando Águas-Vivas - Música lúdica criada em parceria com o bandido de alta periculosidade Bob Esponja.
  • Implode/Que se foda! - King se irrita com aqueles que dizem que a banda decaiu em qualidade e manda todo mundo comer capim pela raiz.
  • Piano Wire/Stevie Wonder - Não sei do que se trata, mas falando de piano O homem que tudo vê deve estar na área.
  • Atrocity Vendor/Vendedor de apólices - Fala sobre a difícil vida de quem lida com apólices de seguros e não consegue vender nenhuma. Triste, não?
  • You Against You/Você contra sua viadagem - Fala de um tema tabu em sua família, mas que todos já sabem.
  • Pride In Prejudice/Orgulho no Preconceito - Uma cópia barata de um livro fuleiro que ninguém dá a mínima.

IntegrantesEditar


Tom Araya - Vocal e baixo
Kerry King - Guitarra eletrizante
Gary Holt (do Exodus) - Guitarra mais eletrizante ainda
Paul Bostaph - Bateria de escola de reggae.