Camboja

(Redirecionado de Reino do Camboja)
Kambuja Kamboja Cambodge
Kampuchea
Reino do que restou do Camboja
Bandeira do Camboja
Brasão de Armas do Camboja
Bandeira Brasão
Lema: Peguem seus detectores de metais
Hino nacional: Digdig Kah Boom (O barulho da bomba explodindo em seus pés)

Localização de Reino do que restou do Camboja

Capital Phnom Penh
Cidade mais populosa Phnom Penh
Língua Phnom Pehn
Religião oficial Phnom Penh
Governo Monarquia Pretensiosa
 - Rei Byrant Cheng
Heróis Nacionais Lara Croft
Área  
 - Total Um círculo no meio da Indo-China km² 
 - Água (%) Pouco
Analfabetismo 90 
População Gente pá caralho (1 zilhao +ou-) 
PIB per Capita 20.000(Phnom Pehn rende bastante dinheiro) 
IDH Pagani 
Moeda Phnom Penh
Fuso horário +9
Clima Úmido de matas subtropicais onde rola muita guerra
Website governamental www.camboja.gov.kh


Cquote1.svg It's a holiday in Cambodia! Cquote2.svg
Dead Kennedys sobre Camboja
Cquote1.svg Welcome to the rice fields motherfucker Cquote2.svg
Filthy Frank sobre Camboja
Cquote1.svg Todo mundo morre no final Cquote2.svg
Historiador sobre a história do Camboja
Cquote1.svg Lá a levolução deu celto, veja você, agola todos no Camboja são iguais, igualmente pobles Cquote2.svg
Chinês sobre Camboja

Camboja é um país ferrado localizado numa terra entre a Tailândia e o Vietnã. Já foi uma colônia francesa e desde 1970 detém recorde da maior mudança de nomes de um país, inclusive quando se chamou Khmer Sanguinário e liderado por seu líder visionário Pol Pot que transformou o país numa vasta plantação de arroz. Devido a exportação de crianças ter se tornado a base de toda a economia nacional a atual bandeira do país exibe orgulhosamente a entrada de um suntuoso prostíbulo, o Angkor What the Fuck, a única bandeira do mundo que possui um uteiro desenhado bem no meio.

HistóriaEditar

AntiguidadeEditar

O Império dos Fulanos foi a antiga civilização de ewoks que habitou e governou as florestas do Camboja de 3000 a.C. a 550 d.C. Como não existe na vida real nenhum C3PO para traduzir os antigos hieróglifos dessa pitoresca civilização, pouco ou quase nada se sabe sobre o que esse povo fazia, apenas uns relatos de antigos visitantes chineses, todos bem unânimes sobre nunca se aproximarem demais dali. O nome desse império ("Fulanos") foi dado pelos chineses e não se sabe como eles realmente se chamavam.

As primeiras menções com registros mais robustos sobre o Camboja datam apenas do ano 550 quando foi criado o Reino dos Chechelentos (nome também dado por chineses). O livro do historiador chinês Xin Pal Pum descreve um império formado por terríveis pessoas de uma perna só que roubam pólvora para fazer fogos de artifício, explosivos e minas terrestres. Os aleijados foram descritos nesse livro como selvagens no meio da selva que não nasceram com uma perna só, mas adquiriram essa característica ao longo de guerras civis.

Império KhmerEditar

 
Angkor Wat erguido na época do Império Khmer.

O século IX foi marcado pelo florescimento do Império Khmer, um rascunho do atual Camboja pois em seu ano de fundação em 802 já escravizava seu povo a plantar arroz e construir templos gigantescos pra nada. O Império Khmer foi primeiro governado pelo glorioso rei Jayavarman II que foi sucedido por Jayavarman III que foi sucedido por Jayavarman IV que foi sucedido por Jayavarman XD que foi sucedido por Jayavarman LOL que morreu de ataque de babuínos com raiva e não deixou descendentes, marcando o começo do declínio do Império Khmer.

Foi nessa época que construíram belos templos como o famoso Angkor Wat, onde turistas do mundo inteiro visitam para apreciar suas antigas estátuas e relevos retratando dançarinas de topless interpretando a versão cambojana da dança do siri.

A dinastia Jayavarman vê seu fim quando eles foram expulsos pelo povo invasor Khmer sob o rei Hmgharhdinghardon'gharh, que por sua vez estiveram em guerra com o Império Chingchangchon emergente por séculos até hoje, embora a capital chingchangchonesa Ping-Pong-Bumbum-Tan-tan tenha sido conquistada pelos khmer no ano de 900 graças aos esforços do rei Hr'khhamgrhkn que fundou Ashkm'krhalgnhar (atualmente Pol Pot City 2.5) que se tornou a capital do novo Império Khmer, ao mesmo tempo que a antiga religião Khmer foi banida e o culto do império Chingchangchon foi declarado crime.

Idade das Trevas CambojanaEditar

O Império Khmer criou um sistema de irrigação avançado, também construiu enormes represas para evitar inundações causadas pelas chuvas das monções, criou uma enorme biblioteca com conhecimento de agricultura. Mas choveu demais e o resultado é que todos os cambojanos ficaram na fome e não viram outra alternativa a não ser implorar para que alguém viesse colonizá-los. O lugar era tão ruim que ninguém nunca veio colonizá-los, nem mesmo os vizinhos Vietnã e Sião se interessaram nessa loucura, e assim de 1432 a 1863 o Camboja foi apenas uma tribo de gente lutando para sobreviver.

Durante séculos a família real do Império Khmer formada pelo rei, pela rainha, pelo príncipe e seus bailarinos e seus elefantes puderam comer arroz todo dia, mas com o fim do alimento pereceram de fome e a população ficou largada sem reis ou rainhas. Enquanto o Império Khmer enfraquecia devido a uma crise na produção de palitinhos de arroz, o vizinho Reino Sião evoluía economicamente graças ao comércio de prostitutas, até que no ano de 1400 o Império Khmer é derrotado por Sião que sequestra todas suas mulheres para exportar à Europa. A capital do Império Khmer "Ankor" é renomeado para "Siem Rath" que significa em "Sem Ratos" em alusão ao primeiro extermínio de cambojanos. O povo khmer é transformado em escravo e quase são extintos. Siem Rath ficou abandonada e o povo foi se esconder em Ankor Wat que estava escondido nas profundezas da floresta desde então.

Indochina francesaEditar

O domínio de Sião durou até 1863 quando "Siam Khmer" é conquistada pelos franceses que chegaram para colonizar a região com o objetivo de dominar o mercado mundial de menininhas, uma especiaria muito apreciada na Europa. Ocorreu que, ancorado nas margens da Península de Indostanskokgo península em busca dessas garotinhas, a única coisa que os exploradores franceses encontraram foram seres de apenas uma perna e sem os braços que lançaram coquetéis molotov contra a comitiva francesa. Os franceses decidiram fazer o que sabem fazer de melhor e organizaram uma retirada tática, mas quando se aproximaram dos navios, viram uma pilha de vigas e madeira queimada. Querendo ou não, eles tiveram que colonizar o Camboja.

Entre 1863 e 1953 o Camboja foi oficialmente um "protetorado francês", um termo que trouxe muita alegria para os cambojanos porque pela primeira vez alguém abertamente se dizia amigo e que "protegeria" o território. Além de explorar bastante aquela mata selvagem, os franceses foram responsáveis pela implementação dessa mania combojana de vestir boinas. A OMS até hoje considera uma doença epidêmica a vontade incontrolável de querer vestir uma boina, costume esse que se alastrou por todo Camboja e permanece até hoje, mesmo com a saída dos franceses.

Nessa época de colonização francesa vale ainda ressaltar que em 1941, Darth Hirohito ouviu falar de um país oprimido nas profundezas da Ásia e decidiu libertá-los do jugo dos capitalistas, levando animes e a cultura otaku para a região. Reunindo cem samurais em uma jangada, estes bravos heróis navegaram para o Camboja munidos de mangás, dakimakuras e refrigerantes de sabores exóticos. Lá, os japoneses expulsaram todos os franceses e protegeram o país até a rendição dos Estados Unidos em 9 de maio de 1945, quando se retiraram do território devolvendo para os franceses.

IndependênciaEditar

O Camboja torna-se independente em 1953 quando a França completamente fudidaça após a Segunda Guerra Mundial não tinha condições de mandar nem soldados feitos de papelão para o Camboja que facilmente conquistou sua independência, bastou todos tomarem banho e passarem um desodorante. Norodom Sihanouk assumiu o poder do país entre 1955 e 1966, época em que tentou utilizar o capitalismo para tirar o país do atraso, investiu em escolas e educação. Seu maior empecilho nessas reformas é que o povo não queria saber de desenvolvimento econômico e muito menos de ir para uma chata escola aprender um monte de coisa inútil, era muito mais divertido ficar vadiando na roça plantando um arroz e trigo, e por isso rebeliões e revoltas comunistas surgem em todo país.

República KhmerEditar

O que o Camboja não tem de história em 3.000 anos de existência com quase nenhum registro das épocas antigas, eles decidiram compensar com 5 anos de imensa putaria na época da criação da República Khmer (em cinco anos foram seis reis e primeiros-ministros). Tudo começou com a Guerra do Vietnã, que teoricamente, a julgar pelo nome, deveria acontecer só no Vietnã, mas é claro que é muito difícil direcionar bombardeios aéreos com precisão absoluta, e as fronteiras do Camboja e do Vietnã não se destacam muito bem na selva, o que infelizmente resultou em cerca de meio milhão de cambojanos mortos por bombardeio de napalm dos EUA o que forçou os cambojanos criarem um país com o nome "república" para ver se pelo menos os gringos parariam de bombardeá-los, o que inicialmente deu certo.

Mas por ser uma "república", o príncipe Norodom Sihanouk era um inútil, então enquanto ele viajava para o Quirguistão para fechar um negócio de compra de 5 iaques leiteiras, o então general Lon Nol aplica um golpe militar e assume o poder do Camboja instaurando o comunismo, modelo de governo inspirado na mecânica do Age of Empires.

Kampuchea DemocráticoEditar

 
Pol Pot. Você acha mesmo que um homem simpático e sorridente desses mataria mais de dois milhões de compatriotas? Aliás, observe o relógio que Pol Pot abandonou mais tarde porque representava urbanismo, antinaturalidade e bom senso.
 Ver artigo principal: Khmer vermelho

Pol Pot reuniu um grupo de comunistas malucos, camponeses pobres, e demais pessoas de intelecto limitado e marchou sob sua liderança para Phnom Penh, tomando o poder em 1975 e fundando o Kampuchea Sadocrático. Pol Pot, um dos mais famosos líderes comunistas da história, assim que chegou ao poder ambiciosamente iniciou um experimento social único de melhoramento da qualidade de vida de seus cidadãos. Acima de tudo, Pol Pot era um homem sensível que se preocupava com os malefícios do estresse urbano e do agito da vida moderna. Pol Pot ansiava pela paz bucólica e despreocupada da vida na natureza dos velhos tempos, e então ele decidiu abandonar o sistema de governo que ele havia assumido para transformar o Camboja numa ditadura rural.

O ambicioso retorno de Pol Pot à natureza começou com o desmatamento total das florestas cambojanas para darem lugar a lavouras, bem como a abolição das cidades e a realocação de sua população para uma vida rural saudável e plena. O cultivo honesto de arroz foi valorizado e substituiu outros grupos profissionais desnecessários, como médicos, advogados, professores, soldados, engenheiros, funcionários públicos, oculistas, cientistas e, em geral, todos aqueles que não estão diretamente envolvidos no cultivo do arroz. Apesar de não servirem para plantar arroz, alguns dos soldados permaneceram, mas principalmente porque a nova sociedade não social ainda precisava de alguns patronos familiarizados com o uso de armas. Aliás, a simplificação da estrutura econômica também foi apoiada pela cessação do uso de moeda, o dinheiro foi substituído por uma troca honesta, uma coletivização forçada questionável e uma nova forma de troca na qual os bens de uma pessoa são trocados por várias varas de bambu.

A ordem social também foi muito simplificada à medida que 1/4 da população desapareceu por meio de reciclagem e retorno à natureza. O programa de reforma teve mais sucesso do que o esperado: enquanto o Camboja tinha uma população de cerca de oito milhões em 1975, haviam cinco milhões após alguns anos de governo do Khmer Vermelho. Assim, quase três milhões de cambojanos foram devolvidos com sucesso à natureza.

Segunda independênciaEditar

O Vietnã (que é a porcaria do Vietnã) em 1979 intervém e invade o Khmer Vermelho cujo exército armado com sacas de arroz não foram páreos para os vietcongues. O objetivo vietnamita era colocar fim nas atrocidades cometidas pelo regime de Pol Pot, ação que causou indignação ao governo da China pela violação da soberania do Camboja. Mas os vietnamitas não cederam e extinguiram vários programas nacionais de Pol Pot, como aquele do slogan "país sem povo, é um país em paz", e depuseram ele para colocar um tal de Penis Socadu no lugar.

Nessa época conturbada quem se tornou dono do Camboja foi a ONU, que com toda sua benevolência globalista fez nada pelo Camboja, como faz nada por qualquer lugar.

Eventos recentesEditar

O Kampuchea Sadocrático caiu e o Camboja se tornou uma província da Tailândia. Por isso o Camboja não é muito conhecido atualmente. O novo dono e rei do país passou a ser um tal de Hun Sen, que apesar de ser tão comunista quanto os outros, aprendeu com os erros de seus antecessores e evitou excentricidades, focando apenas na corrupção e na exploração do povo, sem genocídios ou obrigatoriedade em serem todos camponeses.

GeografiaEditar

 
O sinistro Camboja visto do lado da Tailândia.

Ninguém sabe exatamente onde fica o Camboja, nem mesmo os próprios cambojanos que foram privados de aulas de geografia por não haverem escolas em seu país. Mas com base em uma extensa pesquisa da National Geographic Channel parece que o Camboja localiza-se em algum lugar perto das fronteiras da Tailândia, dado o grande número de cambojanos que todos os anos entram no país e devem ter entrado de algum lugar. Do outro lado do Camboja está o Vietnã que bloqueia o acesso dos cambojanos ao mar e à praia, o que já gerou várias guerras entre os países, o que deixa como único acesso do Camboja à praia o sujo Golfo da Tailândia cheio de lixo. Se o Laos não estivesse no caminho, o Camboja provavelmente faria fronteira com a China.

O clima é tropical, o que facilita a criação de dengue e malária, que é a segunda maior fonte de renda do país depois da exportação de garotinhas, pois as plantações de arroz nem dão lucro. Com a tomada do poder pelos comunistas, as antigas estações de chuvas foram suspensas e algumas estações novas foram introduzidas: De acordo com as leis, todas as quartas-feiras do meio-dia às 17:00h é obrigatório que se chova, enquanto em todas as outras ocasiões, a chuva foi proibida. Infelizmente essa lei é muito desrespeitada mesmo que um cidadão seja punido e morto para cada chuva em horários proibidos.

A flora destaca-se por em metade do país é um pântano despovoado e a outra metade é um pântano com plantações de arroz e pequenas vilas de agricultores atolados na lama. Já a fauna não é muito diversa. e existem aproximadamente 2345 espécies catalogadas de mosquitos. É claro que todos os animais mamíferos já foram todos usados ​​no passado como recheio de rolinhos primavera e foram extintos.

PopulaçãoEditar

O Camboja é um país muito unido etnicamente e um raro caso no qual cambojanos são realmente cambojanos. Isso ocorre porque as minorias chinesa, tailandesa, laociana, francesa e vietnamita do país desapareceram estranhamente durante a era do Khmer Vermelho. Atualmente a população do país inteiro são de 2.000 pessoas, comumente chamadas de Khmer, cambojanos ou pobres diabos, enquanto antes da década de 1960 a população era de 200 milhões de pessoas. Essa redução populacional ocorre graças a um programa de controle de explosão demográfica realizado pelo antigo Ministério de Ajuda Humanitária de Unir Pessoas à Natureza, e posteriormente em 1975 com a fundação do Kampuchea Sadocrático, com isso os números atuais de 2 mil habitantes puderam ser alcançados com sucesso.

PolíticaEditar

Atualmente o Camboja é um reino ditatorial teocrático subordinado a uma junta militar-fantoche de um estado colonial anarco-comunista. Isso quer dizer que o país é governado necessariamente por algum ditador excêntrico que pode ser assassinado a qualquer momento.

A ideologia política geral do Camboja é denominada pelo resto do mundo, sobretudo pela historiografia, como "Idade da Pedra", algo intitulado como comunismo soviético. Para construir essa utopia na qual todos os habitantes do país são igualmente pobres, a única cidade habitada do país é a capital Pepeka Pekena onde os líderes políticos fazem o sacrifício de viverem em centros urbanos em prol do bem estar de seu povo que pode desfrutar da paz da natureza rural.

SubdivisõesEditar

Os críticos argumentam que o Camboja está permanentemente envolto em uma espécie de aura do mal devido à presença do espectro de Pol Pot pairando pelo país, algo muito semelhante àquela neblina fúnebre de Mordor. Outros relatos falam de criaturas demoníacas, visões e experiências extra-sensoriais que foram percebidas dentro e perto do Camboja. Para organizar esse território foram criadas províncias, embora seja tudo muito igual. As únicas quatro cidades do país (Kep, Pailin, Phnom Penh e Sihanoukville foram aceitas como províncias também).


EconomiaEditar

 
O segundo principal monumento do país: Uma estufa de plantar batatas.

O Comércio de Garotinhas é o grande motor da economia do Camboja, pois além disso só existe arroz e esse produto além de nem ser tão caro, existe em qualquer lugar do mundo e ninguém precisa comprar dos cambojanos.

O Povo, após o governo do grande socialista capitalista Pol Pot, resolveu que aquelas garotinhas e garotinhos que nasciam todos os dias, poluindo seus ouvidos e consumindo alimento e água, poderiam ter alguma utilidade maior que dublar as músicas do RBD e transformou o Camboja no maior exportador de crianças do mundo, atendendo a demanda de pedófilos dos seis continentes incluindo a Antártida onde os exploradores contam com uma pequena leva de garotinha ninfetinhas cambojanas.

TurismoEditar

O turismo é um dos principais trunfos do país e no interior do Camboja há belíssimos templos e incríveis paisagens naturais, mas como os locais estão sempre ocupados com o treinamento militar, não há muito para o turista ver pois o acesso é negado. A única opção é pagar uma fortuna para ver o Angkor Wat e ficar sendo assediado por todo tipo de mendigo possível, ou então explorar a bela cidade de Phnom Penh e apreciar as pilhas de lixo espalhados ao ar livre, bem como experimentar o trânsito caótico da cidade.

A única recomendação feita aos turistas é que utilizem os intervalos para o almoço da maneira mais otimizada possível e que comam o maior número de cheeseburgers que puderem, pois não haverá nada para comer ou fazer até o intervalo para o almoço do dia seguinte. A experiência cultural ocidental conhecida como "Jantar" é visto como um pecado mortal e é punida por lei com multas severas que preveem a doação ao estado cambojano todos os seus bens e a posterior detonação da uma mina terrestre num dos membros do sujeito.

InfraestruturaEditar

TransportesEditar

 
Momento pacato nas ruas do Camboja.

Fortemente influenciado pelo estilo indiano de lidar com o trânsito, no Camboja não há leis de trânsito. O governo passou tempo demais escrevendo uma enorme constituoção e leis sobre conduta nas lavouras e imaginou que jamais um cambojano dirigiria um veículo. Infelizmente o governo ruralista caiu, mas a ausência de leis se manteve. Com milhões de Tuk-tuks infernizando as ruas do país, o Camboja segue a lei do mais forte e a filosofia do "cada um por si" para a organização de seu trânsito.

SegurançaEditar

Saber ler e escrever é estritamente proibido no Camboja, pois essas habilidades marcam você como um burguês e ser burguês é completamente proibido. Não que alguém saiba o que essa palavra significa, mas como é francesa, presume-se que todos que assim chamados simpatizam com os antigos colonizadores. Para controlar essa praga urbana existe a polícia cambojana que vai espancar, capturar e prender qualquer playboyzinho que avistar, o que torna o Camboja o país com a menor quantidade de mauricinhos do mundo.

O sistema judicial cambojano é extremamente direto e existem apenas duas penas para todos os crimes, a pena de morte e a pena de morte com tortura prévia. A execução em si é realizada com pás e porretes, para economizar munição de armas de fogo.

CulturaEditar

O Camboja, embora desprovido de matérias-primas além do sal-gema e do palmito, é o lar dos laços sociais mais fortes da Ásia, porque verdadeiros amigos são feitos na pobreza, e os próprios cambojanos não têm outra coisa a não ser fazer amigos, porque uma vida próspera jamais terão mesmo. Esta sociedade acaba sendo muito reservada e, por exemplo, os filhos devem informar aos pais quando voltarão para casa e devem confessar todas as relações sexuais impróprias que tiveram com pessoas casadas, inclusive fornecendo detalhes.

O respeito pelos idosos é imenso, e as velhas loucas são a elite da sociedade no Camboja. Apenas as mulheres mais malvadas e mal-intencionadas podem se juntar ao grupo de velhas fofoqueiras cambojanas e liderar a tribo local. Acima do Conselho de Velhinhas Chatas só existe a Comunidade Nacional das Velhotas onde somente as avós que mataram seus maridos podem entrar.

O que mais se destaca na cultura da moda cambojana, sem dúvidas é que todos no país, sem exceção, têm um lenço chamado krama. Esse pedaço de tecido é tratado como pet de estimação (já que animais vivos precisam virar almoço e não podem ser pets por muito tempo) e são usados para tudo, como comer caramujos, armazenar e transportar água, afugentar o gado, fechar portas, navegar na internet, são até usados de preservativo na hora da relação sexual (estranhamente a taxa de natalidade anda bem alta). E se você disser a um cambojano que é melhor carregar água em um balde, que cachorros são melhores para pastorear gado, que computadores são mais adequados para usar a internet, ou que camisinhas são contraceptivos mais eficientes, o cambojano vai se ofender tanto que talvez te expulse do país.

CulináriaEditar

 
O tradicional kdam chaa, caranguejos cambojanos assados na surpresa.

A tradição da culinária cambojana é assar vivos animais recém-capturados e confusos. As refeições assim preparadas são designadas como "pratos quentes e frescos". O cambojano normal, portanto, come tudo o que você pode desenterrar do chão ou fazer cair do alto de uma árvore. Seja lá o que foi capturado, o bicho deve ser desnorteado com a pancada de um porrete e imediatamente assado numa fogueira. Assim surgem pratos como kdam chaa e ang dtray muek que consistem em crustáceos capturados de surpresa e assados na hora. A origem desse tipo de preparação de comida surge como tentativa de amenizar a higiene porca do país onde a ausência de frigoríficos ou geladeiras impedem o armazenamento de animais por muito tempo.

Mas existem os pratos de comida estragada mal conservada também, como o famoso peixe amok, um prato feito de um peixe tão podre que ele parece um peixe peixe vomitado por um golfinho. E para uma opção sem carne existe o Miojo cambojano.

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