Pilha de Daniell

Às teclas! Às teclas!
Pela pátria editar! Contra os esboços marchar, marchar!

John Frederic Daniell era um cara que não tinha muito o que fazer na vida. Um belo dia, uma ideia tosca surgiu em sua mente. ascia a Pilha de Daniell.

MaterialEditar

Para que a pilha pudesse funcionar, Daniell teve que utilizar alguns materias. Uma placa de cobre em uma solução de sulfato de cobre e uma placa de zinco em uma solução de sulfato de zinco. E o ingrediente mais legal de todos, o esôfago de boi (afinal ele era um grande açougueiro), este para manter os íons constantes. Mas atualmente, até mesmo para melhor manuseio, usa-se uma parede porosa ou uma ponte salina.

Como funciona?Editar

Em seu funcionamento os lerdinhos (életrons) migram do ânodo, no caso a placa de zinco, ao cátodo (a placa de cobre). Ao passar do tempo se perceberá que a estrutura de zinco corroer-se-á. Isso pelo fato de que o metal acaba cedendo életrons. Enquanto que o cu aumentará de tamanho porque com a chegada dos "introsados" (os életrons, como sempre) os íons do Cu da solução CuSO4 serão atraídos (assim como Daniell foi atraído por sua esposa rídicula).

Para que se possa perceber a diferença de potencial, isto é, a tensão, é necessário (opcionalmente de um voltímetro). Para que as soluções permaneçam constantes os íons sulfato que sobram da solução de sulfato de cobre são mandados pela parede porosa à solução ZnSO4.

ObjetivoEditar

Enfim, o Super-Daniell foi capaz de transformar, pela primeira vez, energia química em elétrica. Mas ninguém se importa.