Parque infantil

Nanny1.jpg Atenção pirralhada Criançada!

Se você é fã de Parque infantil, o problema é seu! Não adianta bagunçar o artigo, pois a Nanny11.jpg está de olho! E se ainda mesmo assim você aprontar, ela vai lhe colocar para chorar no cantinho da disciplina!

Crianca-1.jpg


Um ótimo escorregador. (ou não)

Cquote1.svg Você está ganhando, filho? Cquote2.svg
Pai boomer sobre parquinho
Cquote1.svg AAAAAAAAAAAAAAAAHHHH! EU QUEBREI A PERNA! TEM AREIA NOS MEUS OLHOS! TEM UM CORTE PROFUNDO NA MINHA BARRIGA E NÃO CONSIGO SENTIR MEUS DEDOS! Cquote2.svg
O filho, e ele não está ganhando
Cquote1.svg Essas crianças enxeridas ficam brincando de pega-pega, uma brincadeira com um nome com dublo sentido e gay desses, pois na minha época que era bom de verdade: a gente brincava de Segunda Guerra Mundial e morria de tuberculose agonizando na cama já que o Brasil na época era mais fodido e pobreta do que o Haiti Cquote2.svg
Boomer respondendo o filho acima
Cquote1.svg Brincava sempre na minha infância neles! Era divertido, apesar de eu ter perdido 99% do movimento do corpo no processo... Cquote2.svg
Você sobre parquinho
Cquote1.svg Deixa que o titio te ajuda! Relaxa que você chega no chão, só não posso dar garantia de que vai chegar vivo... Cquote2.svg
Seu tio engração sobre parquinho
Cquote1.svg Eu adoro este lugar! O ar é puro, as brincadeiras são divertidas e há várias crianças brincando sem medo de nada! Cquote2.svg
Pedófilo sobre parquinho

Um parque infantil, parquinho ou ainda playground é um campo de alta concentração infantil que possui ferramentas feitas para treinamentos militares. São planejados para resolver o problema dos pais que dão uma de Valdomiro dizendo Cquote1.svg Eu não estou suportando mais! Cquote2.svg pois possuem filhos altamente birrentos e chatos. Seu principal objetivo é fazer com que pessoas se livrem legalmente de crianças insuportáveis, isso faz com que o local seja conhecido como "aborto pós-parto".

Infelizmente, devido à viadagem do politicamente correto, os parquinhos modernos frequentemente possuem funcionários e outros tipos de trouxas que ficam vigiando o lugar, além de proteções especiais pra impedir que as crianças sofram acidentes. Hoje em dia, o máximo que você consegue fazer nesse lugar com essas criaturinhas infernais é deixar uma paraplégica, o que é pouca coisa, pois matar mesmo é só se você empurrar ela de cabeça do alto de um escorregador (o que aumenta caralhudamente suas chances de ir em cana).

Palma palma, não priemos cânico! Outra solução para se livrar das crianças é utilizando o Free Fire para celular. Apesar disso não te ajudar diretamente nem definitivamente a se livrar delas, pelo menos consegue segurá-las por tempo o bastante para que consiga abandoná-las perto de algum ambiente mais divertido e aconchegante, como uma delegacia ou uma floresta.

HistóriaEditar

 
Criança agonizando até a morte enquanto é torturada pelos seus próprios pais, que desistiram de cuidar dela, pois a jogaram num brinquedo que aparenta ser um vibrador gigante e ainda tiraram foto.

Reza a lenda que todos os parquinhos que habitam a Terra originaram-se no século XIX, quando um prefeito britânico desocupado instalou brinquedos ao ar livre para incentivar a amizade entre as crianças no condado. Essa história é pouco conhecida e divulgada atualmente para a nossa sociedade porque há um motivo grandioso e obscuro por trás. Mas calma, não é algo tão impressionante quanto o negão da picona: é simplesmente porque as pessoas estão pouco se lixando pra isso. Aliás, grandioso porque foi preciso mover muita tralha, e obscuro, é porque os brinquedos foram instalados de noite.

Depois dessa ideia pouco magnífica de colocar os brinquedos ao ar livre, os parquinhos acabaram se popularizando ao redor do mundo, principalmente nos países mais católicos, isso para que os padres pudessem ter um ponto de encontro para escolherem suas vítimas da noite. Popularizaram-se também nos países com mais traficantes, para que os mesmos também pudessem ter um ponto de encontro, dessa vez para traficar órgãos novinhos em folha pro mercado negro afrodescendente a fim de lucrar bastante. Entretanto, mesmo que nada disso ainda tenha sido confirmado pela TV Foco, website jornalístico extremamente confiável e ético, ainda assim os parquinhos continuaram ganhando fama no dia a dia do público juvenil a cada ano que se passava, sem a menor gota de malícia...

Nos anos 60, a construtora de imóveis estadunidense Hugh Jass & Frank N.Stein revolucionou o meio de criação de parques infantis, quando mudou o nome oficial do bagulho e introduziu a era dos playgrounds. Isso porque, como já foi dito, todos os parquinhos eram inicialmente públicos, mas quando essa nova onda de liberalismo econômico começou a assolar os países capitalistas, tal iceberg de merda fez com que privatizassem até mesmo os bons e velhos (e enferrujados) parquinhos entupidos de tétano, enquanto outras coisas mais precárias como os correios não possuíam nem sinal de privatização. Dessa forma os parquinhos privatizados começaram a pertencer aos condomínios, e não mais aos mendigos e outros cachorros mijões de rua. Agora as crianças precisavam apenas descer de elevador (torcendo para que ele não caísse no caminho), e cedo ou tarde estariam cara a cara com uma vasta gama de brinquedos coloridos. Enquanto antes elas tinham que torcer para não serem atropeladas, assaltadas, mordidas por animais de rua, meladas com as fezes de um animal, terem os órgãos arrancados, ou outras coisas comuns do cotidiano. Enfim, claro que ficou mais fácil para as crianças mimadas de condomínio chegarem intactas em seu destino, só para depois se queixarem de tédio e voltarem para casa no mesmo instante, isso depois de longas horas perdidas com a mãe passando citronela/filtro solar até dentro das suas cavidades intestinais.

Contudo, como você pode ler lá em cima bem no título do tópico, houve uma queda na popularidade dos parquinhos, melhor escrevendo dizendo: ainda há uma queda brusca em seu uso, até maior e mais brusca que Brusque todx.[1] Isso tudo graças a um grande inimigo do ar livre, da saúde e das brincadeiras saudáveis: os games, especialmente o Trashnight, que lesiona e danifica os nervos e a capacidade de raciocínio da criança, tornando-a gradativamente mais dependente da desgraça, digo, do jogo, diminuindo cada vez mais sua vontade de se mexer e correr por aí, e até mesmo a de ser alguém na vida. Com isso alguns governos que pouco se fodem para a sua população, especialmente o brasileiro[2], estabeleceram um plano muito complexo, que consiste em tacar o foda-se para a manutenção. Ora, se os parquinhos fechados já são considerados ruins pelos próprios usuários, que dirá dos públicos, algo que nem o Governo e nem a população quer mais. O tempo passou e os parquinhos públicos ficaram que nem a Austrália, ou seja, lugares inóspitos com espécies perigosas para a vida de qualquer cidadão de bem que preze por si mesmo. O mais inocente pode morrer devorado por cães raivosos ou mendigos esfomeados que ocuparam o local, ou ainda, se acidentar com os brinquedos largados às traças e totalmente quebrados.

Ferramentas e treinamentos militaresEditar

Trepa-trepaEditar

 
Garoto excitado, utilizando o trepa-trepa para de fato trepar.
 Ver artigo principal: Sexo Trepa-trepa

O trepa-trepa foi criado e idealizado nos anos 80 pelo funkeiro e professor da Universidade Federal de Cu Pequeno, MC Boris Billder, com o intuito de promover de forma educativa os laços entre as crianças das favelas e demais localidades entupidas de esgoto a céu fechado aberto, moradias irregulares e altos índices de criminalidade. Mas não demorou tanto para que os laços virassem nós cegos. Muitos "cidadãos de bem" (daqueles que fazem arminha apontada para a face de Deus e ainda se dizem cristãos) tentaram barrar essa criação nos meios públicos das cidades brasileiras. Contudo, graças ao comunista e cachaceiro Lula, agora nossas crianças são expostas a esse tipo de depravação. >:( [3]

Desde sua criação em território brasileiro, até porque você jamais verá esse tipo de brinquedo em outros países, a partir de então as crianças com alguma mobilidade da cintura pra baixo puderam se divertir subindo num monte de barras de ferro, feitas de um modo quase que abstracionista. O ciclo é simples: um ser desses, depois de subir e cagar nas calças com medo da altura mísera que alcançou, chama pelo pai ou pela mãe (nenhum dos dois se for órfão), e depois num ataque de afobação se papoca de cara no chão de cimento duro. Nada a cimentar... Até hoje já foram contabilizadas um total de 25 mortes causados pelo trepa-trepa, sendo delas 15 mortes de animais esmagados por crianças arteiras. As que sobrevivem ganham mais muque. O número de crianças que perderam os movimentos das pernas usando isso ainda é sigiloso (mas certamente é maior que 25, porque morto não anda).

GangorraEditar

 Ver artigo principal: Gangorra

Um brinquedo bem mais comum em todos os cantos dos parquinhos de todos os cantos cantados em todos os cantos do planeta, a gangorra foi desenvolvida em plena Idade Média, com um único objeto de pau (a madeira, lógico) e um único objetivo: o de torturar. O método consistia em duas pessoas ficarem de pé na tábua, que subia e descia nas cabeças dos hereges até estes explodirem, tipo aquela véia balofa em Saramandaia. Quem viu este utensílio como algo para fazer crianças rolarem de rir de tanto que se divertem, porém, foi um padre de uma ordem católica do interior da Sicília, que até hoje ninguém sabe o nome, nem dele e nem da ordem. A única coisa que sabiam era das suas obsessões por altura e cavalgadas.

O importante é que a gangorra foi gradativamente incorporada aos parques mais comuns, tornando-se o lazer das crianças que tinham pelo menos um amigo, com muitas delas enchendo o saco da mais fraquinha e pequenina, colocando-a no alto e a impossibilitando de descer, gerando muito barracos e altas tretas. Ou ainda aquelas jamantas bípedes que se levantavam inesperadamente, fazendo a outra despencar de uma queda de mais de 2000 metros de quilômetros de altura, resultando na fratura dos ossos do cu e do colo do fêmur, causando hemorragia interna, AIDS e a porra toda dentro da criança. Por essas e mais outras é que ironicamente a gangorra é o Forever Alone na gangue dos brinquedos, até porque depois de um tempo bate um tédio nessa mesmice de ficar pulando sentado. Para muitas pessoas, vale mais a pena pular sentada em outro objeto de pau (que não é madeira).

BalançoEditar

 Ver artigo principal: Balanço
 
Privadas de balanço: a nova tendência do momento, que pode ser suas por apenas R$ 30,00, repito... mentira, você que leia de novo.

Além do programa versão 99.0 cópia do Cidade Alerta, Balanço Geral, também temos seu quase xará, o simples e humilde balanço dos parquinhos e playgrounds que todo mundo conhece, retirando as crianças excessivamente pobretonas que nunca viram nada além do aterro sanitário onde vivem (e as cegas, por motivos óbvios). Conhecido por ser uma cadeira suspensa, amarrada em cordas, sejam elas de tecido ou de metal, fazendo quem quer que tenha sentado nela, e não seja pesado demais para arrombar com as cordas anais, se impulsionar para frente e para trás, num movimento diferente, que eu ensino pra você, pra você...

O balanço sempre foi o mais visado entre as crianças que frequentavam os parquinhos e playgrounds de seus prédios ou condomínios, por mais que ele seja o maior responsável por vertigens, náuseas e pancadas. De tanto ficar indo pra frente e pra trás, vez ou outra os balanços balançantes causam o atropelamento de indivíduos cegos ou extremamente burros para passarem na frente e, principalmente, o arremesso de crianças doidas na terra onde Judas perdeu as botas, as meias, os pés... enfim, a desgraça toda que ele tinha, inclusive seu belo couro cabeludo, que foi muito provavelmente amassado por umas pedrinhas daquelas que ficam amontoadas no chão. Vendo de outro ângulo, o arremesso de uma criança por um balanço é praticamente o primeiro passo para que ela morra e o Governo economize muito dinheiro, deixando de pagar o Bolsa Esmola para a mãe dela.

 
Colocando a dor no escorregador.

EscorregadorEditar

 Ver artigo principal: Escorregador

Esse aqui nem tem muito o que falar, de tão simples e básico que é. De um modo geral, os escorregadores servem para que uma criança, bebê, quem quer que seja, se sente no topo dele e deslize até a sua base. Todo esse processo complexo só é possível graças a sua inclinação, que possibilita o uso da gravidade, força que só passou a existir depois que uma maçã caiu na cachola do Zé Nilton. Mas no fim das contas, é só isso mesmo, veja o que se faz num escorregador: sentar, escorregar, subir na escadinha, sentar, escorregar, subir na escadinha, sentar, escorregar, atropelar o amiguinho que estava levantando o rego do escorregador, já que você é uma criança muito apressada e mal-educada, que não irá receber presente do Papai Noel, e nem adianta chorar pois agora o amiguinho está impossibilitado de fazer sexo anal quando crescer (ou de certa forma, "habilitado", digamos assim) depois da voadora que você largou no orifício dele. Vez ou outra algum ser se arrepende depois de estar no topo do escorregador com o cu travado e sendo quase empurrado para a cova da morte pelas crianças atrás.

Também é comum vermos no escorregador uma criança mais arteira ou um adulto infantil e burro, envergonhando seus progenitores e o resto de sua família que teve de sustentar esse saco de estrume, tentando subir pelo escorregador, ao invés de escorregar na porra do escorregador, como o próprio nome já diz. No geral isso resulta em quedas, crânios rachados, deslizamento reverso (???) ou muito chororô pro ouvido de um pai ou mãe.

Fugir de cachorro bravoEditar

 Ver artigo principal: Se foder

Infelizmente, existem vários cachorros emputecidos com a sociedade que só sabem ficar falando   Own, que fofinhu! Quem eh o meu bebezinhu? Eh voxê, eh voxê?   quando olham para qualquer cachorro, mesmo que ele pareça ter sido feito num laboratório da Deep Web para arrancar um terço do pescoço de um desavisado. Também existe aquele tipo de criança que liga a sirene (ou seja, chora alto pra porra) só de se assustar com o barulho do próprio peido depois daquela feijoada monstruosa. O resultado dessa situação lastimável são os donos de cachorros segurando na coleira do animal como se, caso ele se soltasse, o mundo se explodiria, enquanto aquela criança chata (sim, aquela que dá uma tentação em qualquer um de meter uma bicuda na cara dela) fica chorando alto, chamando a atenção de todos e fazendo seu pai ou mãe se arrepender de não ter usado camisinha, ou não ter engolido naquela vez.

Ser assaltadoEditar

 Ver artigo principal: Assalto

Pois é, infelizmente também existem os famosos dois caras numa moto, que surgem num piscar de olhos, amedrontando e fazendo engolir o choro até o mais cabra macho dos bolsominions, daqueles que dizem que "bandido bom é bandido morto", mas nesses horas enfia esse discurso no cu. No geral, a brincadeira é simples: ele aponta a arma, você dá o que tiver, e se não tiver nada, simplesmente entregue a situação nas mãos de Deus e seja o que ele quiser ("ele" no caso é o bandido). Depois de entregar tudo, eles vazam, você fica puto/com o cu trancado/chorando/desmaiado estatelado no chão, ou talvez até com um presentinho alojado em alguma parte do corpo, caso queira dar uma de porra louca e saia correndo sem nem mais nem menos, o que pode dar em merda, como já informado antes.

Desocupados e outros frequentadores comunsEditar

 
Um balanço 100% seguro, comum em parquinhos humildes.

Em geral, para se visitar parquinhos, você não pode ser rico nem covarde. Não pode ser rico, porque filho de rico brinca na Disneylândia, não no meio de areia misturada com o odor de crianças de pé-rapados e cocaína indolor. Não pode ser covarde, porque no primeiro trepa-trepa que vê, o maluco já tem um ataque cardíaco só de se imaginar subindo lá em cima. Se é rico e covarde, então ninguém te perguntou: vá ver se eu tô na esquina que tu ganha mais! Outro fator comum entre todos os NPCs dos grupos abaixo é uma imensa falta de bom senso: não importa o quão fudidão o parque seja, esses sempre pensarão: "OK, esse é um ótimo lugar pra passar um tempo e se divertir!" Note que geralmente ver qualquer pessoa com 18 anos pra cima entrar em parquinho SEM estar acompanhado de crianças já é sinal de perigo, e se a pessoa vai lá direto e não brinca em momento algum (fica só assistindo as crianças)... chame a polícia! O que este homem pode estar planejando é pior do que qualquer membro corporal que as criancinhas podem perder nas brincadeiras!

CriançasEditar

Derp. Se crianças não existissem... bem, se crianças não existissem a gente tava tudo morto, afinal, crianças são necessárias pra nossa existência! Crianças são os carrapatos que visitam os parquinhos em busca de diversão e de quebrar partes do corpo enquanto pulam por aí, atitude típica de uma guria retardada[4] Em geral, crianças compõem 70% da população do parque, e são elas as maiores culpadas pela destruição dos brinquedos e do inferno que os "tios" da limpeza passam tentando impedir que deixem o local ainda mais sujo. Entre as crianças também estão os bullies, que geralmente são mais velhos e são responsáveis por espancar as criancinhas menores com seus coleguinhas, antes de apanhar pelos maconheiros abaixo, já que nem maconheiros toleram violência contra menores. A última coisa notável das crianças é que elas SEMPRE são mais fortes do que parecem, então não fique chocado caso você veja um moleque caindo de 10 metros e sobrevivendo graças a um milagre de pirlimpimpim. Não há explicação, algumas simplesmente botam o anjo da guarda pra trabalhar pra caralho mesmo.

Velhinhos que vão dar comida pros pássarosEditar

Ah, o clássico velhinho. Parquinho não é parquinho sem esses tios caindo aos pedaços tentando se entreter tacando pão no chão nos passarinhos, sendo que, quando não estão sendo ignorados pelos bichos, estão sendo bullyinados pelos maconheiros. Metade do pão que eles jogam no chão acaba sendo ignorada pelos bichos e depois comida pelos mendigos mesmo, já que, como diria Dom Pedro I, "no aperto até a meia na cama serve de camisinha". Algo muito interessante dos velhinhos é que raramente existem velhinhas no meio deles, provavelmente porque todas as velhas estão ocupadas demais jogando bingo pra poder dar comida pra algum animal vagabundo. Isso sem falar é claro que dar comida pra animais é um trabalho árduo que somente os homens mais corajosos são capazes de fazer, pois se não tiver idade suficiente ele te traz temíveis riscos, como crianças tacando copos de água em você e adolescentes maconheiros grudando chiclete no seu banco pra que ele fique preso no seu cu nas suas calças. Tecnicamente, pessoas mais jovens podem dar comida pros pássaros também, mas boa sorte em fazer isso sem parecer alguém severamente conturbado na cachola.

HipstersEditar

Existe alguma coisa mais patética que hipsters? Sim, você Mas é claro que não! Hipsters são tão desesperados por atenção que fazem propositalmente coisas não populares na esperança de que alguém considere eles algo além de um gasto de oxigênio, espaço e outros recursos pra humanidade. Se tem uma coisa que chama atenção, é ir pro parque e fazer coisas hipsters. Você sabe, o típico: sentar no meio de um formigueiro na esperança de ficar em "contato com a natureza", vender búzios, conversar com os velhinhos semi-surdos acima, rolar no meio do matagal e praticar zoofilia, etc. Mas sejamos honestos: se tu vê um indivíduo de calças rasgadas e cabelo estilo anos 70 fazendo alguma dessas coisas acima, vai admirar menos a criatividade dele e com mais vontade de ligar é pro hospício. De modo notável, hipsters são geralmente a "face" mais rara do parquinho, mas isso não é nem culpa do parque em si. A verdadeira causa disso é que hipsters são uma espécime em extinção, e achar hipsters de "verdade" no dia de hoje é algo bem difícil; no máximo, o que se encontra é um cara com cabelinho de trancinha que fuma maconha, mas hipster mesmo, nem o Google consegue te ajudar a achar um.

MaconheirosEditar

Existe alguma coisa mais patética que um maconheiro?[5] Calma, a gente já fez essa piada. E o fato de que você é mais patético não é nenhuma surpresa. Porém, de um modo mais sério, é dito que de cada 5 maconheiros visitando parques, pelo menos 4 deles apanham do leão do PROERD, e o último só não apanhou porque teve um ataque cardíaco e morreu antes do Natal (e de levar porrada também). Mas não pense que isso torna os maconheiros inofensivos: dentre todos os putos que invadem o parque, maconheiros são os mais rápidos pra ficar agressivos caso não sejam capazes de consumir sua erva; afinal, conseguir maconha sem apanhar pra polícia já é algo difícil, e achar um lugar pra usar ela sem chamar atenção, piorou. Em geral, os maconheiros nunca estão sozinhos, e sempre que você ver um andando por aí, é capaz dele ter um "parça" por perto degustando sua alface do diabo junto. Eles em geral não incomodam as criancinhas[6], mas pra compensar eles tornam as vidas dos garis um inferno, tacando as bitucas de cigarros em tudo que é canto, até nas cabeças dos coitados que trabalham, e ainda por cima chamando eles de "vagabundos" (sic) ou de Mario laranja.

 
Mendigo de boas, passando fome, sede, péssimas condições de higiene, quase se matando, sentando naqueles banquinho dos parques infantis...

TraficantesEditar

São os que vendem a maconha pros maconheiros acima, óbvio.[7] É claro que os maconheiros teriam que receber uma "ajudinha" de algum lugar, ora bolas! Os traficantes são provavelmente os maiores filhas da puta do parquinho. Eles ficam tentando vender seus produtos até pra criancinhas, tacam as seringas não vendidas no chão, e pra terminar com chave de cu, ainda pegam as seringas já usadas e as reciclam pra revender pros trouxas. Perto dos traficantes não tem escapatória: ou você é um usuário de droga, ou um futuro usuário de drogas. É claro que se tu for um gari, ou um dos puliça, você ainda se safa desse destino cruel, mas tirando esses, o traficante bota todos os outros habitantes do parquinho pra mamar nas seringas deles. Em geral, eles podem ser encontrados em um dos 4 cantinhos do parque, esperando por "consumidores" enquanto jogam alguma merda no celular. Caso visite um parquinho, o melhor modo de se livrar deles é usando a velha técnica do "OLHA AQUELE POLICIAL A SUA ESQUERDA!" ou então "sugerir" pra ele um outro lugar onde ele possa achar mais clientela.

Adultos depressivosEditar

Esses sofrem da famosa "crise de meia idade" e vivem tentando lembrar da infância. Jesus, esses aqui são tristes. Imagina uma pessoa tão acabada, tão arruinada, que literalmente a única coisa que ainda traz felicidade na vida delas é fingir ser uma criancinha de 5 anos mesmo sendo um adulto seboso beirando os 55. Além de serem responsáveis por 80% dos acidentes que ocorrem nos parquinhos, elas também acham, na cabecinha ingênua delas, que aquele balanço com 10 centímetros de espaço vai conseguir aguentar o peso de elefante grávido deles. Geralmente, eles só se tocam na merda gigantesca que fizeram quando terminam de subir no brinquedo que explode instantaneamente após sua escalada ao "Monte Everest". Não satisfeitos em arruinar a diversão das crianças, esses putos ainda procuram mais brinquedos pra destruir, até que alguém finalmente tenha coragem de mandar eles catarem coquinhos ou irem foder a vida de outras pessoas. Por sorte, a "carreira" de destruidor de parques desses putos não dura muito, e uma hora ou outra eles encontram um brinquedinho alto o bastante que não aguenta o pesinho deles, e aí já viu né.

 
Farofeiros tentando se passar por crianças: a visão mais deprimente que se pode ter em um parque infantil

MendigosEditar

Diz a lenda que, pra cada mendigo que um filha da puta taca fogo, Deus adiciona um dia a mais no tempo para que a vacina da COVID-19 fique pronta. Apesar disso, mendigos ainda são as figuras mais odiadas do parque (junto dos ASTOLFO[8] acima, versão abreviada para a segurança da visão dos nossos queridos leitores). Aqueles que são encontrados dormindo em cima de bancos do parque acabam sendo encontrados dentro de sacos plásticos de lixo "sem querer querendo", frequentemente em múltiplas sacolas de uma vez. Os que não assumem o risco de ter esse fim infortuno muitas vezes praticam a macacada de se enfiar em cima de árvores pra tentar tirar uma soneca, onde ao invés de serem ameaçados por humanos são atacados por passarinhos, que ao invés de tentar matá-los, cagam em cima de suas cabeças/bicam seu pau fora/botam ovos na sua garganta/etc. Em geral, só mendigos corajosos tentam visitar o parque; aqueles com mais prudência vivem em túneis de trem, que são mais seguros e existe maior chance de você encontrar comida jogada no chão. Além é claro, do menor risco de uma criança gulosa tentar mordê-los enquanto dormem, achando que aquilo estirado pelo banco é uma lasanha podre.

GarisEditar

São as pobres almas que são obrigadas a limpar a merda feita por todos os grupos acima. Rabugentos e bravos 99% do tempo, não dá pra culpar os coitados por essa atitude; afinal, se você limpasse a bosta de crianças de 6 anos pelo resto da sua vida, em um ponto ou outro também iria ficar 100% putasso com tudo que você vê. É importante notar que garis podem parecer patéticos, mas são secretamente os caras mais fortes dos parquinhos. Por que você acha que nenhum maconheiro ou traficante tenta se meter com eles? Porque secretamente todo gari é treinado na arte milenar do rodo-fu, uma técnica que esmigalha qualquer adversário e manda eles pro colo do capeta, habilidade que foi eventualmente roubada pelo Liu Kang e mesmo assim demorou até o Mortal Kombat 11 pra ele finalmente conseguir a maestria dela. Porém, quando não estão usando as técnicas desse estilo de luta, eles se disfarçam de tiozinhos bondosos com roupa do Naruto, que usam da paciência de Jó pra não matar todas as criancinhas e outros seres que tornam sua vida um inferno. E acredite: a lista de criancinhas em que eles querem enfiar um rodo no cu até o talo é BEM grande.

Alguns quesitos (que deviam ser) importantesEditar

Agora vamo falar de coisa boa, e não, não é a nova TekPix. Trata-se de três aspectos dos parques infantis: segurança, acessibilidade e localização.

Peraí... Segurança? Que segurança? Espere um momento... é pro parque ter segurança?!? Oh, então aquelas 10 crianças desmembradas no trepa-trepa não foi proposital?

 
Nunca se sinta confiante ao dibrar uma armadilha do parque: muitas vezes ela só está ganhando tempo pra fazer uma pegadinha do malandro com você.

Falta de SegurançaEditar

Olha, meu contrato diz que só posso dizer a verdade! Segundo fontes alheias[carece de fontes], os parques infantis precisam ter segurança (nem que seja um nego qualquer com o nome "segurança" na roupa). Mas qualquer um que passou um segundo naquela areia misturada com mijo na infância sabe bem que chamar qualquer parquinho de "seguro" iria ser uma puta alteração da realidade, afinal, é meio difícil chamar de seguro um local onde dá pra pegar 10 doenças diferentes numa só areia e depois ainda pisar numa seringa usada, catando uma AIDS de bônus. Claro que a areia não é o único perigo. Quando não é a natureza tentando te matar, é a própria construção humana que faz isso. Só de tentar subir em um brinquedo já dá pra ouvir ele rangendo, sinalizando o fato de que, se você for burro o bastante pra continuar, logo logo você vai estar devorando capim pela raiz. Isso sem falar também nos diversos perigos representados pelos demônios que assumem formas de seres vivos. Se não bastassem os tiozinhos estranhos oferecendo doces pra criancinhas, você ainda tem de tomar cuidado com os maconheiros tentando enfiar bitucas de cigarro no seu rabo, com os mendigos encostando em você "sem querer querendo" e te passando lepra, e com os bebezinhos tentando estourar seus tímpanos com seus gritos de trombeta do apocalipse.

 
Uma raríssima foto de um parque localizado no Acre. Não presente na imagem: o dinossauro que estava com o rabo uns 5 centímetros fora.

A inexistente AcessibilidadeEditar

Acessibilidade é outra coisa inexistente em parques. A menos que o coitado do aleijado cresça pernas extras magicamente, só podemos desejar boa sorte para ele chegar em qualquer lugar na zona de guerra que é o parquinho. Se for cego, piorou: vai passar 90% do tempo do parque tropeçando e dando de boca nos cocozinhos de cachorro atirados pelo chão, e os outros 10% apanhando dos visitantes ao pedir informações, porque cego compensa o fato de não ver a merda sentindo ela em dobro. Surdos têm um pouco mais de sorte, já que pelo menos são capazes de enxergar e de se locomover pelo parque, mas se fodem gostoso ao tentar entrar em um brinquedo de verdade, pois no momento em que as outras crianças descobrem que o indivíduo não consegue ouvir, o jeito que elas arranjam para o surdo-lerdo ir mais "depressa" frequentemente envolve usar métodos mais "físicos" pra compensar a incapacidade deste de escutar as coisas, seja esse jeito um socão na costela ou um "empurrãozinho sutil" do topo de um brinquedo, que geralmente termina com o pobre coitado quebrando o pescoço devido à sutileza.

Impossível achar a LocalizaçãoEditar

Parquinhos são geralmente localizados nos centros das cidades, pra atrair vítimas mais facilmente. E próximos aos parquinhos, não é difícil de achar restaurantes e lanchonetes, pois lá as crianças que sobreviverem as suas brincadeiras mortais podem ser recompensadas de alguma forma, atraindo elas mais facilmente pra visitas futuras, tornando assim a chance de fatalidade maior, mesmo que indiretamente. Além disso, não espere encontrar hospitais a menos de 10 quilômetros do parquinho; afinal, se existissem hospitais tão perto assim, não teríamos tantos pobres coitados recebendo funerais por causa dos acidentes que ocorrem neles. Dentro dos parques, os brinquedos geralmente são separados e longes uns dos outros, e também ficam a uma distância confortável dos bancos e lugares pra descansar, pois assim que o papai e a mamãe perceberem que os gritos de dor do seu filhinho NÃO é por causa de uma brincadeira, já saiu suquinho do cérebro demais pra poder salvá-lo. Por último, não existem lanchonetes dentro de parques infantis. E se existir, pode apostar que tem mais bicho na cozinha e doenças coletivas no lanche que eles servem do que tem dentro da vagina de uma prostituta na favela da Rocinha.

Parques infantis populares, ou nãoEditar

Há muitos parques por aí, mas só alguns ficam famosos de verdade. Em geral, se um parque quiser ficar famoso, ele precisa ser ou ter uma dessas duas coisas: qualidade (ou seja: desista), ou índice de crianças mortas o bastante pra que o local seja interditado (300% mais 200% de bônus caralhudo mortal na chance de ser isso!). Alternativamente, ele pode ser um parque temático, mas esses nunca duram muito, porque uma hora a licença acaba e a empresa por trás dos personagens logo vem enxotar as crianças de lá. Alternativamente alternativamente, o parque pode postar um anúncio na internet, mas sejamos francos aqui: isso não dá certo, pessoas que vão em parquinhos nem gente são (porque não usam internet em primeiro lugar), e aqueles que mais vão são os maconheiros ditos acima, que só visitam o local pra fumar e tacar bituca no chão. Honestamente, se você vai abrir um parque, tente ser convidativo ou honesto para com o seu público alvo: diga para os homens caridosos de idade com barbas grandes o quanto seu parque vai estar cheio de crianças, ou diga para os pais o quanto seus brinquedos são seguros e só tem uma chance de 5% deles despencarem e matarem todo mundo em um raio de 20 metros.[9]

 
Esse sim é um parquinho pica...

Vila do Chaves e o incidente JotalhãoEditar

Um dos parquinhos mais famosos é aquele da Vila do Chaves. Dizem que até hoje o Seu Barriga procura, enfadonho, o dono do local pra ver se consegue o dinheiro do aluguel, mas sem sucesso. Na vida real, tentaram replicar o parquinho no México, mas como os nossos amigos comedores de tacos conseguem ser piores que o brasileirinho típico, o parque não durou mais que 2 semanas antes de virar um monte de entulho. Outro parquinho semi-famoso que existiu antigamente foi o parquinho da Mônica (não confundir com aquele outro do shopping feito para os burgueses), que foi inaugurado temporariamente para trazer diversão e alegria pras crianças de São Paulo. Infelizmente, esse foi outro parquinho que não durou muito tempo, já que no primeiro dia o homem fantasiado de Jotalhão foi encontrado tentando iniciar uma orgia no pula-pula enquanto 10 crianças ficaram feridas após tacarem tijolos umas nas outras. Uma das entrevistadas disse que estava meramente "fingindo ser a Mônica" e que a única razão pela utilização do tijolo foi a falta de um "material mais apropriado" para a brincadeira. A polícia discordou, e após enfiarem 60 tasers na garota, ela confessou que era só "uma pegadinha garario".

"K-Park"Editar

Tem também um parque na Coreia do Sul que é literalmente do caralho, e é recheado de estátuas em formato de pinto. Muito frequentado por figuras como o Maradona, o time do São Paulo e o seu pai, este parque frequentemente amanhece com suas estátuas pintadas de branco por algum motivo desconhecido, e já levou a muitos óbitos por causa das cacetadas causadas pelos pirulitos de mais diversos tamanhos, que muitas vezes bloqueiam o caminho dos visitantes, provavelmente porque são pintos modelados diretamente do Motumbo, Kid Bengala e o negão da picona, só coisa de coreanos com muita viadagem e muito tempo na mão mesmo. E pra quem acha que isso é outra invenção da Desciclopédia pra servir de piada nesse artigo... errou feio meu amigo! O parquinho do caralho é real mesmo e continuou aberto até quando o COVID tava fudendo com todo mundo em 2020! Apesar que nessa versão do mundinho real, ninguém enfiou nenhuma giromba no cu (ainda) e todos as pirocas se mantém não violadas, já que coreano só da o rabo é pra kpopper e pra doramas de otaku fedido, então o parque dos pintos (ainda) não foi violado por nenhum coreano gay e com muita coragem, ou muito tesão no toba mesmo.

Parque da DesciclopédiaEditar

Outro parque muito popular que não fez muito sucesso foi o parque da Desciclopédia. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, e com razão. O nosso inimigo mortal, Jimbo Wales, roubou nesse crediário que usaríamos pra financiar o parque e usou ele pra comprar churros na feira. É por essas e outras que a guerra desciclopediana ocorre até hoje, sendo que o segundo maior motivo é o fato de que o Dr. Roberto emprestou dinheiro pro Jimbo em 1999 para que ele pudesse comprar um pastel e um caldo de cana, dinheiro este que nunca foi devolvido de fato e causou um prejuízo de 99,9% na economia desciclopediana.[10]

Além disso, existe o parque nacional de Yellowstone, onde o Pica-Pau tentou descer pelas cataratas em um barril. Esse parque é uma bosta e só tem o Pica-Pau de interessante pra falar sobre ele, então ignore o fato de que escrevemos sobre ele aqui.

Como pode ver, ter um parque infantil famoso é algo bem trabalhoso, difícil, e cansativo. É por isso que, se vai abrir um, recomendamos você ser um masoquista, que vai absolutamente amar a ideia de ter um parque, ou "alguém que curte criancinhas que provavelmente não estão na idade correta para serem degustadas por mãos humanas", que não vai tirar o fato de você sofrer pra caralho cuidando de um parque, mas você vai se divertir bastante com o "conteúdo" pra compensar isso tudo!

Teoria conspiratória envolvendo os parquinhos e o GovernoEditar

Todo mundo já está careca de saber que os políticos brasileiros são ladrões que querem dinheiro a qualquer custo, Contudo, muitos desconhecem o mistério que envolve toda a frota de políticos, e que nele há uma certa relação com os parquinhos.

A lendaEditar

 
Soldado do governo dinamarquês, que foi enviado por engano somente para ilustrar esse belo artigo que, caso você tenha lido até aqui, parabéns, você é um inútil do cacete...

Reza a lenda que, para acabar com o Bolsa Família sem ganhar nem perder a confiança dos brasileiros, Dilma Rousseff organizou um plano maligno que envolvia implantar parquinhos no Brasil. Então, ela chamou a sua gangue de petralhas e começaram a trabalhar na construção dessas porra ae. Como a construção de parques infantis estava extremamente acelerada, o FBI suspeitou, então chamaram um detetive sósia do Ximbinha, junto com o Maike da SWAT, quando era conhecido como Maike da FBI, para ajudar na investigação do caso.

O sósia emigrou para o Brasil, enquanto o Maike da SWAT ficou barrado nos EUA por ter feito baguncinha em demasia. Os primeiros suspeitos foram os próprios pedreiros, que foram interrogados pelos policiais investigativos, mas tudo que queriam era dar o cu na botinha. Os agentes chamaram Alexandre Frota, que comeria cada um deles em troca de respostas. Após a festa, os pedreiros disseram que a única coisa que sabiam se tratava das trambiques do Governo. Os próximos suspeitos foram os donos das empresas de arquitetura, ignorando completamente a explicação dos pedreiros, porém todos eles deram a mesma resposta:   Sai, desgraça! Eu quero durmi, poha!   Depois de vários dias de árdua investigação a fundo, o sósia finalmente começou a investigar os próprios políticos brasileiros. Então rapidamente descobriu-se que eles eram os culpados e que aquilo era uma tentativa de assassinar as crianças numa parceria com a Rede Globo, que queria retirar a TV Globinho e colocar a merda da Fátima Bernardes no lugar, mas a pressão infantil era grande demais.

E aí? Eles foram presos? Que nada! Político não é preso no Brasil! O caso foi dado como encerrado e todos os envolvidos esconderam os fatos. Mais tarde, para realizar o plano com mais sucesso, os políticos contrataram os Illuminati. Sua parte no plano foi instalar mijo de mendigo e de outros cachorros nos brinquedos, além de tétano e meliantes contratados para depredar os parquinhos, a fim de afastar as crianças e fazer com que as pessoas parassem de acreditar que foi o governo que fez isso, gerando assim uma discórdia nacional. Após os sucessivos quebra-quebras, os políticos pagaram aos outros envolvidos com barras de ouro que valem mais do que dinheiro.

ConclusãoEditar

Essa é só uma lenda a nível Herobrine, mas a maioria das pessoas acreditam nela hoje em dia, principalmente as tias do Zap, pagas até hoje pelo FBI. Você acha que os brasileiros odeiam os políticos por causa deles serem bandidos? Errou, errou feio, errou rude! Esse boato fez com que muita gente acreditasse e começasse a odiar os políticos. Então da próxima vez que tu ver aquele teu tiozão boomer falando mal do Bolsonaro, suspeite. Muita gente já perdeu seu tempo tentando refutar essa merda, mas ninguém chegou a uma conclusão concreta (com exceção dos pedreiros, que usaram concreto para construir as casas que têm parquinho).

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

  1. Não sei se é a Brusque, ou o Brusque, ou Mamma Bruschetta... ah, não sei, então vamos respeitá-lx, manxs!
  2. É porque já não se importam com o que ela quer e pede diariamente, como uma melhoria no SUS, ou o direito de ir e vir sem ter que dividir o oxigênio no caminho com um bolsominion.
  3. Uma carinha de puto, para quem é nerd boomer burro e não entendeu.
  4. Apesar que nesse caso é um pouco mais literal, afinal, estamos falando de gurias que SÃO mesmo retardadas!
  5. Não vale responder dois maconheiros...
  6. Tem maluco que é burro, mas nem tanto a ponto de querer compartilhar a erva dele com os outros.
  7. D'oh! De onde mais eles iriam arranjar o produto deles? Do Mercado Livre, porra?
  8. Adultos que Sofrem Tentando Ousar Lembrar das Fodelanças de Outrora.
  9. Em um bom dia, isso se você for semi-otimista.
  10. O movimento de tal economia é conhecido por girar em torno de uma vaca, que depois da ordenha só dá leite a cada 3 meses, e de uma barraquinha de maçãs no Rio de Janeiro.

Ver tambémEditar

v d e h
  O Desafio dos Artigos da Desciclopédia  
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