Chaleira fervendo.jpg Ó O GÁS!!!

Este artigo é gasoso! Ele pode se tratar de algo relacionado a fumaça ou vapor. Antes de ler, use uma máscara protetora, e se você vandalizar, lhe mandaremos para Auschwitz!

Gás, também chamado de gasoso ou estado gasoso é um dos estados físicos da matéria clássicos. Dentre todos os estados físicos, o gás é provavelmente o mais odiado, já que ele é o estado físico das coisas mais fedidas que podem passar pelo nariz humano. O gás também é conhecido por ser extremamente badalado pela termodinâmica e pela físico-química, sendo bastante famoso por ser o estado físico que mais gera fórmulas e equações matemáticas impossíveis de serem resolvidas por qualquer um que não vire a noite se enchendo de estimulantes cerebrais ou outros tipos de droga que turbinam o cérebro.

Composição gasosaEditar

 
Os gases encontram inúmeras aplicações na indústria química, dentre elas a preservação de tecido humano morto-vivo.

Composição gasosa é o termo utilizado para definir a coletânea de substâncias tóxicas que podem ser encontradas na composição química de um gás.

Os gases costumam frequentar as quebradas mais hostis da natureza, tais como regiões vulcânicas, pântanos venenosos e banheiros humanos, e por conta disso eles podem querer se juntar em gangues como tática de sobrevivência. Os principais exemplos de gases que são formadas por bondes de substâncias gasosas são o gás natural e o ar.

Características microscópicasEditar

Os átomos e moléculas de um gás são bastante suscetíveis aos efeitos da cafeína e do Red Bull. Como decorrência disso, sua principal característica é sua hiperatividade, fazendo com que vivam correndo de um lado para outro, trombando umas com as outras como se estivessem sob o efeito de anfetaminas ou da cola de sapateiro.

De maneira geral um gás pode ser definido como o estado físico da matéria caracterizado pelo grande afastamento de suas moléculas, que uma vez fora do estado líquido, não precisam mais se preocupar com as vizinhas barraqueiras fazendo fofoca a seu respeito. Gases também só ótimas armas químicas, diferenciando-se dos demais estados físicos pela sua alta capacidade de dizimar, de maneira prática e eficaz, uma grande quantidade de pessoas situadas num mesmo espaço.

Teoria Cinética dos GasesEditar

 
As descobertas de Dr. Wario possibilitaram o surgimento de novas e promissoras atividades econômicas no meio comercial.

Atualmente a palavra "cinética" desperta muito medo dentro das universidades, já que ela costuma estar sempre acompanhada de notas vermelhas e reprovações. A Teoria Cinética dos Gases foi desenvolvida pelo célebre bioquímico Dr. Wario, com base em observações realizadas em seu experimento sobre a alta taxa de geração de gases pelo organismo humano a partir do consumo excessivo de alho e cebola.

Durante sua pesquisa, Dr. Wario percebeu que assim que um gás era emitido, ele imediatamente tomava a forma de todo o recipiente em que se encontrava.

Ao se dar conta de certos gases podiam gerar odores bastante fortes, ele concluiu que o tempo todo estariam acontecendo pequenas colisões invisíveis a olho nu, em caráter microscópico, que seriam a única explicação para o cheiro de morte que acompanhava esses gases.

Com base em tais conclusões, Dr. Wario postulou essa conhecida teoria, que basicamente afirma que a estrutura microscópica dos gases é uma verdadeira balbúrdia.

Forças intermolecularesEditar

As forças intermoleculares dos gases são praticamente inexistentes, já que suas moléculas são muito afastadas, sendo cada um pra si e Deus por todos. Apesar desse distanciamento entre as moléculas, os átomos e moléculas dos gases em geral são péssimos motoristas, sendo muito comum que haja colisões entre eles, na maioria das vezes fazendo vítimas fatais. Porém, nem isso é suficiente para tornar as moléculas menos hiperativas, e elas sempre continuam nesse bagunça, sequer fazendo um momento de silêncio para todas as pobres companheiras que diariamente morrem vítimas de colisões atômicas.

Com tudo isso em mente, podemos chegar a conclusão de que os átomos e moléculas dos gases são entidades caóticas e neutras. Dessa forma, na estrutura de um gás há a desorganização completa, todo mundo faz o que dá na telha, ninguém se preocupa em ajudar ninguém e qualquer um que fale alguma coisa contrária já é xingado, como se fosse a reprodução fiel de uma partida de League of Legends.

Movimento brownianoEditar

 
A teoria do movimento browniano deu origem a uma modalidade esportiva muito popular nos dias atuais: o arremesso de gás lacrimogêneo.

Em um gás ou líquido, sempre que as partes mutiladas de átomos ou moléculas que se colidem são arremessadas contra uma partícula que esteja próxima do acidente, essa partícula se deslocará aleatoriamente no meio, aterrorizada por ter presenciado um acidente tão violento. Esse movimento que a partícula faz, traumatizada, recebe o nome de movimento browniano.

O movimento browniano foi descoberto por acaso. Tudo começou quando o botânico Robert Brown foi chamado para ser o jurado de um reality show de gastronomia que futuramente deu origem ao moderno MasterChef. Durante a avaliação de um dos pratos, Brown acabou provando um brownie feito com pó de chocolate obtido a partir da moagem de um bombom da marca Fofão, sofrendo com um episódio severo de diarreia.

Assim que se recuperou, Brown reprovou o candidato, acreditando ter sido uma tentativa de envenenamento. Para expressar toda a sua fúria, Brown esfarelou aquela alimento tóxico e jogou no vaso sanitário.

Porém, antes de dar a descarga, ele observou que os farelos do brownie se movimentavam pela água, acreditando que aquilo seria uma nova forma de vida, altamente nociva a saúde humana.

Posteriormente esse fenômeno foi batizado com o nome de movimento browniano, em homenagem as curiosas condições sob as quais ele foi inicialmente observado.

Propriedades físicasEditar

VolumeEditar

 
Quanto maior for o volume inalado de um gás, piores serão seus efeitos colaterais.

O volume de um gás é um dos queridinhos da termodinâmica (sim, aquela de sempre), que adora inventar relações entre propriedades físicas só para poder ter mais fórmulas ilustradas nos livros pelo prazer de ver as pessoas não entendendo porra nenhuma.

Os gases são espaçosos e folgados, e por conta disso costumam ocupar todo o volume ao qual estão confinados. Isso é facilmente percebido em elevadores: quando algum suíno com a ruela frouxa solta um, o fedor tomará o espaço inteiro, afetando o nariz de todos os pobres coitados que por um azar do destino estejam ali, sendo muitos deles mães e pais de família indefesos que só queriam voltar para casa em paz de um fatídico dia de trabalho.

PressãoEditar

Quando o assunto é o estado gasoso, em geral a pressão está associada ao poder de luta dos gases. Gases treinados nas artes marciais milenares costumam ter maior capacidade e concentração, um maior foco espiritual e uma força maior, exercendo portanto mais pressão contra a superfície do recipiente em que se encontram. Gases molengas, sedentários, que ficam o dia inteiro acessando o Youtube e o XVideos, costumam exercer menor pressão.

Parte dessa pressão também está relacionada com a barbeiragem das moléculas do gás: quanto menor for a noção de direção delas, maior será a probabilidade delas se chocarem contra a superfície, resultando em um poderoso impacto que aumenta a pressão exercida pelo gás sobre a mesma.

TemperaturaEditar

A temperatura exerce uma influência extremamente negativa sobre as moléculas dos gases: ela as deixa simplesmente chapadonas. Uma molécula de gás sendo submetida aos efeitos da temperatura é algo semelhante a um ser humano dando um tapa na pantera. O aumento da temperatura faz com que as moléculas do gás sintam-se invencíveis, como se fossem o Super Mario após consumir um cogumelo alucinógeno. Elas começam a ver tartarugas com asas, fantasmas obesos e balas voadoras, e após pirar completamente na batatinha, aumentam bruscamente sua velocidade. Isso naturalmente aumenta sua falta de cuidado no trânsito, o que resulta em ainda mais acidentes fatais por colisão de moléculas.

ModelosEditar

Existem dois modelos principais dentro da teoria dos gases: o gás ideal e o gás real. O gás ideal ou gás perfeito é o sanduíche que aparece na propaganda do McDonald's: bem apresentado, bonito, grande e formoso. Portanto, ele não passa de uma mentira, uma verdadeira utopia que só foi criada porque os cientistas queriam dar um jeito de transformar os gases em uma fórmula matemática. Se o gás ideal é o sanduíche da propaganda do McDonald's, o gás real é como o sanduíche verdadeiramente é: todo zoado, caótico e que você não tem como prever o que virá até que o atendente envie para a sua mesa.

Gás realEditar

 
Os gases reais, muito comuns em lugares inóspitos como os pântanos, representam um grande perigo para o ser humano. Apenas organismos biologicamente adaptados, tais como demônios, bruxas e crocodilos, são capazes de sobreviver à sua exposição.

Em síntese, os gases reais nada mais são do que os gases como eles são encontrados na natureza, e geralmente os mais odiados pelos cientistas, que até hoje ficam putos por não conseguirem compreendê-los totalmente.

Até hoje são frequentes as tentativas de modelar matematicamente um gás real, mas mais frequentes ainda são os fracassos gerados por essas tentativas. Os cientistas só choram e se debatem, ao passo que a Mãe-Natureza apenas dá boas gargalhadas, como se estivesse lendo um artigo na Desciclopédia.

Gás idealEditar

Como a natureza é travessa e gosta de surpreender, os cientistas jamais foram capazes de criar equações que representassem fielmente os gases encontrados nela. Puteados da cara, eles então decidiram inventar o gás ideal, unicamente para poder criar uma tal de Lei dos Gases Ideais, já que estavam faltando novos conceitos para foder com a vida dos estudantes de exatas.

Como parte dessa artimanha, os cientistas também criaram a constante universal dos gases perfeitos, já que queriam relacionar de alguma forma volume, pressão, temperatura e quantidade de um gás. Na Ciência a regra é clara: sempre que você cismar que haja alguma relação entre mais de uma variável e não saber ao certo como definir isso, invente uma constante, e todos os seus problemas chegarão ao fim. Até porque ninguém vai entender mesmo, portanto, não questionará sua existência.

Principais gases elementaisEditar

Os gases elementais são todos os elementos da Tabela Periódica que encontram-se na forma gasosa, sendo muito populares em provas de química abaixo da linha de aprovação.

HidrogênioEditar

 
A utilização de bombas de hidrogênio vem crescendo como uma tendência entre os indivíduos comprometidos com a dominação mundial.

O hidrogênio, o célebre elemento de número atômico 1 da Tabela Periódica, é um dos elementos químicos mais abundantes do universo, embora ainda assim, ele só é verdadeiramente lembrado pelas pessoas por estar associado a água junto do oxigênio. É algo parecido com Greg e Chris: individualmente, sem qualquer tipo de personalidade. Sempre que se fala em hidrogênio, a primeira coisa que vem a cabeça das pessoas é: É aquele coiso da água, né?

O hidrogênio tem muitas aplicações industriais, porém em todas elas ele atua como uma espécie de assistente de teatro que puxa a cortina para os atores brilharem. É muito utilizado na produção de amônia, substância fundamental na criação de fertilizantes, produtos de limpeza e outras substâncias igualmente cancerígenas.

Também pode ser usado na produção de ácido clorídrico, o qual comumente é utilizado como combustível para foguetes que possivelmente serão abduzidos por alienígenas ou engolidos por buracos negros antes de chegar ao seu destino. Por fim é muito utilizado na hidrogenização de óleos e gorduras, para a alegria do seu coração.

OxigênioEditar

Oxigênio é o gás mais popular e famoso dentre todos eles, e um dos únicos que qualquer idiota conhece, por conta de sua importância para a respiração humana. Entre suas principais aplicações podemos citar o branqueamento da celulose, onde o oxigênio é contratado para assassinar brutalmente a lignina por meio de um método de execução denominado deslignificação. Outras aplicações incluem destruir objetos de metais úteis para a raça humana por meio de corrosão, ajudar a promover episódios de combustão humana espontânea e ajudar a matar o ser humano depois de velho.

NitrogênioEditar

 
O nitrogênio líquido é muito utilizado na produção de vários alimentos saudáveis, ricos em açúcar, corantes e gorduras trans.

O nitrogênio, de numero atômico 7, durante muito tempo foi tratado como um zé-ninguém pelos cientistas, que o chamavam pejorativamente de gás nocivo e azoto, ambas as palavras aludindo a falta de capacidade dele de suportar a vida. Entretanto, ser sem-graça desse jeito atualmente é o seu maior trunfo, já que ele é muito utilizado sempre que se quer criar uma atmosfera inerte a fim de evitar explosões, incêndios ou qualquer outra forma de destruição em massa.

Outra importante função do nitrogênio e ser utilizado em experimentos de criogenia em laboratórios de cientistas doidos. Por fim, mas não menos importante, o nitrogênio é o ingrediente principal quando se quer causar narcose por nitrogênio em mergulhadores, onde com a ajuda da pressão ele abandona sua fachada de bom samaritano e passa a atacar o tecido humano, bolado pelo fato de apenas o oxigênio ser lembrado como um dos constituintes do ar.

CloroEditar

O cloro é um gás extremamente mesquinho, de número atômico 17, que vive por aí se achando o gás mais importante para a qualidade de vida humana quando na verdade é extremamente tóxico e mortífero, motivo pelo qual não costuma ter amigos. A principal aplicação do cloro é seu uso na purificação da água. Como o cloro possui complexo de superioridade, ele é extremamente chato, sendo que nem mesmo os micro-organismos conseguem suportá-lo, de tão porre que o infeliz é. Dessa forma, sempre que o cloro está presente, eles acabam por cometer suicídio voluntário, tudo para não ter que aturá-lo.

FlúorEditar

 
O flúor é o melhor amigo de uma boca saudável, não sendo recomendado por nove a cada dez dentistas.

O flúor, de número atômico 9, é o elemento químico mais estressadinho da Tabela Periódica, altamente corrosivo e reagindo com quase todo mundo. Pesquisas apontam que isso deve-se ao fato de o flúor ser portador de um caso grave de transtorno explosivo intermitente, o que explica ele ser o mais reativo dos não-metais. O flúor também odeia o vidro, e por conta disso jamais deve ser armazenado no mesmo, sob o risco de o idiota que está segurando ter sua mão salpicada.

Por ninguém gostar dele, o flúor costuma se juntar com outros elementos igualmente odiados, como o cancerígeno urânio, um de seus únicos amigos, com quem forma o hexafluoreto de urânio. O flúor também é muito utilizado em creme dental, onde costuma atuar como um exterminador de cáries em dentes mal escovados ou como agente corrosivo dentário.

HélioEditar

O gás hélio, de número atômico 2, é conhecido por ser um dos elementos mais zen da tabela periódica, pois é inerte e possui um humor dificilmente irritável. É muito utilizado naqueles dirigíveis e balões que fazem os olhos dos normies brilharem, o que o torna o principal gás utilizado para fins verdadeiramente inúteis.

Entretanto, a principal aplicação do gás hélio é sem sombra de dúvidas a simulação de voz de esquilo, uma arte milenar que até hoje cativa uma infinidade de crianças retardadas e gente desocupada em geral por todo o mundo.

Gases elementais figurantes menos conhecidosEditar

XenônioEditar

O xenônio, de número atômico 54, é um dos gases nobres que mais chamam atenção. Porém, isso de maneira alguma se deve a qualquer característica específica dele, e sim ao fato de que ele começa com a letra X, já que existem poucas palavras no mundo que começam com essa letra, extremamente renegada. Os primeiros traços de xenônio foram observados após a queda do meteorito que trouxe a Bolha Assassina para a Terra.

Como esse estranho elemento tinha origens extraterrestres, os cientistas decidiram dar a ele um nome que começasse com a infame letra X, já que X por algum motivo parece uma letra associada a alienígenas. Atualmente o xenônio é muito utilizado na elaboração de objetos irritantes que brilham, como lâmpadas bactericidas, flash de câmeras, anéis dos Lanternas Verdes e outras quinquilharias que pouco a pouco torram sua retina e te induzem a ataques epilépticos.

NeônioEditar

 
A partir das fachadas luminosas de bordeis de Miami nos anos 80, as luzes de neônio se popularizaram e difundiram-se por todo o planeta.

Neônio ou neon, de número atômico 10, é um gás nobre carnavalesco que se tornou o símbolo oficial do vaporwave, um movimento E S T É T I C O (e S O N Í F E R O) caracterizado pela mescla de músicas de elevador cantadas pelo Diabo com imagens submetidas a filtros gráficos rosas. O neônio é empregado na produção de tubos de televisão, uma vez que é essencial que tais aparelhos sejam feitos com todo cuidado e carinho do mundo, pois a indústria da lavagem cerebral necessita dos mesmos para alienar a população.

O neônio, devido as cores exuberantes que apresenta ao lado de outros gases, também é empregado na elaboração de covers de álbuns musicais de synthwave, letreiros coloridos de cabaré, decoração de clubes de chill out e fabricação de sabres de luz.

ArgônioEditar

O argônio, de número atômico 18, é o mais desinteressante dos gases. Ele é como aquele cara que bebe sozinho no canto do bar: as pessoas sabem que ele está lá, mas não dão um foda para sua existência, ao passo que ele, por sua vez, também não dá um foda para a existência delas. Consegue ser ainda mais sem-graça que o nitrogênio, tanto é que muitas vezes ele é escalado para as mesmas funções, de tão zero a esquerda que é. Geralmente a única informação que as pessoas tem do argônio é que ele está no ar, e mais nada. Volta e meia o argônio é contratado para cobrir o turno do neônio nas lâmpadas coloridas, quando esse precisa de um quebra-galhos para servir como plataforma para seu sucesso.

RadônioEditar

Apesar de nome, de nobre o gás radônio não tem nada. De número atômico 86, o radônio nada mais é do que a podridão emanada do rádio, depois que esse abotoa o paletó de madeira e sofre o processo de decomposição. Por conta disso, o radônio carrega consigo um presságio de morte, um verdadeiro Cavaleiro do Apocalipse. Uma prova disso é que o radônio é altamente radioativo, sendo um dos principais causadores de câncer de pulmão nos Estados Unidos, só perdendo para a fumaça liberada na combustão das sobras do frango mutante do KFC.

O radônio sente ódio dos seres humanos, já que até hoje esses ainda não conseguiram encontrar alguma aplicação relevante para ele. Como resultado disso, sempre que é inalado ele faz questão de se acomodar no nosso organismo, para nos matar lenta e dolorosamente como forma de vingança.

CriptônioEditar

O gás criptônio, de número atômico 36, é um verdadeiro mistério. Ele é tão misterioso que até hoje ninguém descobriu direito para que caralhos ele serve, sendo que nem mesmo a Ciência tem a resposta para essa pergunta. Na verdade, esse gás é tão secundário que não costuma ser citado nem mesmo nas aulas de química, já que ninguém sabe ao certo qual a função dele no Universo, um exemplo clássico de figurante. Apesar disso, alguns documentos vazados da NASA indicam que o criptônio atualmente serve como matéria-prima para a produção da kryptonita, uma eficiente arma química utilizada no repelimento de super-heróis oriundos de outros planetas.

FumaçaEditar

 
Devido ao seu grande potencial assassino, a fumaça é incorporada a diversas técnicas ninjas como instrumento de batalha.

A fumaça é um gás tóxico e nocivo para o ser humano, formada pela união de gases venenosos com partículas sólidas cancerígenas. A principal função da fumaça é desestabilizar a sociedade humana, sendo provavelmente uma artimanha criada pelos Iluminatti para reduzir o excedente populacional e levar o mundo para uma nova era, onde as poucas pessoas que restarem serão obrigadas a venerar mechas, ouvir música gospel e assistir ao Canal do Boi na televisão.

Na maioria das vezes a fumaça é produzida por processos de combustão, onde todo tipo de sujeira e substâncias asfixiantes se unem para formar aterrorizantes nuvens cinzas, capazes de matar o Godzilla com apenas uma inalada.

VaporEditar

Muitas vezes pode parecer que o vapor tem como sua principal meta de vida confundir as pessoas, fazendo-as acreditar que ele é a mesma coisa que um gás tradicional. Entretanto, gás e vapor são coisas distintas. O vapor é na verdade quem deveria ser o verdadeiro membro dos estados físicos da matéria, já que por definição ele corresponde a substância no estado gasoso que mantém o perfeito equilíbrio com o estado líquido ou sólido correspondente.

Dessa forma, o vapor é aquele que basta uma alteração na temperatura para mudar de fase. O gás por sua vez é caracterizado por ser uma mula teimosa, sendo que não apenas a temperatura, mas também a pressão é necessária para que ele mude de fase. A verdade é que o gás sentia muita inveja de seu irmão gêmeo vapor, já que esse era sempre o mais elogiado pelas tias, ao passo que ele era tratado como um rebelde marginal.

O gás fez de tudo para obnubilar a existência de seu irmão, e com o tempo o vapor caiu em esquecimento, e hoje em dia é tratado erroneamente como um mero sinônimo do gás. Entretanto, com a ascensão do movimento steampunk, o vapor novamente passou a ter esperança, convicto de que os steamers e os escritores de ficção científica o resgatarão do oblívio e novamente o farão ser reconhecido.

Ver tambémEditar