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Divine Intervention

Were-Only-in-It-for-the-Money.png Este artigo trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Cquote1.svg Ah... finalmente essa banda de perdidos se virou para o lado de Deus. Cquote2.svg
Crente se deixando enganar pelo título do álbum.
Cquote1.svg Havia uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho havia uma pedra. Cquote2.svg
Carlos Drummond de Andrade sobre Divine Intervention e as grandes questões da humanidade.
Cquote1.svg Pop e comercial... ops! Foi no automático. Cquote2.svg
Slayer sobre Divine Intervention
Cquote1.svg Intervenção Divina é quando uma mulher chamada Divina interfere em alguma coisa, não é? Cquote2.svg
Carla Perez sobre Divine Intervention.

Divine Intervention é o sexto álbum da banda Slayer. Foi daí em diante que o Slayer começou a incorporar elementos estranhos em sua música como Groove Metal e influências de Carlinhos Brown, uma mistura perigosa que acabou gerando o desgraçado e odiado Diabolus in Musica que tirou todas as chances do Slayer dar uns pegas em novas fãs, inclusive as mulheres da sua família.

A capa não censurada do álbum. Censurar pra quê se é tão bonitinho?

Índice

AntecedentesEditar

Era 1994 e os caras da banda estavam enchendo a cara num bar. No seu último copo de conhaque Tom Araya disse: "Hic! Depois de tanto tempo no Slayer até esqueci que sou católico. Por isso irei fazer um álbum louvando a Deus e se chamará Divine Intervention." Kerry e Jeff criaram o riff dançante da faixa-título quando estavam jogando pingue-pongue e Dave Lombardo estava de férias no Senegal, África. Sendo substituído por um carinha desconhecido.

ProduçãoEditar

A produção continuou a mesma de sempre, mas ninguém consegue escutar a porra do baixo, será que nunca aprendem??!! Já estou me revoltando com isso! Se eu não escutar o baixo no próximo alto álbum a baiana irá rodar e eu irei chamar minha mãe quebrar tudo. Estão avisados, senhores do Slayer.

RecepçãoEditar

Muita gente previu que essa seria a flatulência antes da diarréia e que o Slayer estava trilhando caminhos escuros, por isso a recepção do álbum ficou igual biscoito Trakinas: meio-a-meio.

Conteúdo líricoEditar

Uma alma no Inferno, tirania, loucura, nazistas, assassinos em série, a mente humana, guerra e várias insanidades da cabeça do King.

MúsicasEditar

  • Killing Fields/Campos do Amor - Fala de um lugar encantado onde casais se unem intimamente.
  • Sex, Murder, Art/Sexo, Assassinato, Arte - Fala das três coisas que Hanneman nunca fez na vida.
  • Fictional Reality/Matrix - Uma música para promover o filme de mesmo nome.
  • Dittorhead/WTF? - Eu não sei que porra é essa, e aposto que o leitor também não.
  • Divine Intervention/Dilúvio - Conta sobre os primórdios da humanidade.
  • Circle of Beliefs/Desenhe um Círculo - Uma brincadeira que Hanneman e King gostavam de fazer.
  • SS-3/Super Saya (Jin) 3 - Adivinhe sobre o que é!!
  • Serenity in Murder/Serenidade ao Gozar - Fala que é preciso não gemer quando for ejacular.
  • 213/200+10+3 - Um número qualquer de um quarto de hotel qualquer e de um assassino qualquer.
  • Mind Control/Lavagem Cerebral - Fala em especial da Rede Globo de Abobalhação.

IntegrantesEditar


Tom "Cabo de Arraia" - Baixo e cantoria
Jeffinho "Barbie" - Air Guitar
Kerry, o "Careca" - Air Guitar também
Paul Bostaph - Latinha de Coca (conhece esse cara? Nem eu)